Workshop Fotografia - Narrativa fotográfica
A melhor propaganda é mostrar o próprio trabalho, foi isso que os participantes do workshop fizeram.
Tal como foi agendado, o workshop começou a 29 de Abril, quando todos os participantes juntaram-se ao animador do workshop, José Manuel Bacelar, num café vareiro. Depois, os participantes seguiram a orientação de José Bacelar e do Sr. Eng. Manuel Jardim da C.M.O., na componente técnica e temática respectivamente. Ao longo deste e dos dias que se seguiram, a sequência do trabalho foi, escolha de tema, captação de imagens, edição e produção da narrativa.
O desfecho, foi a 6 de Maio, pelas 21.30 no PARALELO 38, procedendo-se à apresentação do video com as narrativa fotográficas produzidas pelo elenco desta actividade. Esta sessão foi aberta pelo representante dos Amigos do Cáster, seguido pelo formador José Manuel Bacelar e tendo a conclusão ficado a cargo da Srª Vereadora da Cultura Drª Conceição Vasconcelos.
Para finalizar, acho importante frisar que os Amigos do Cáster congratulam e agradecem aos intervenientes deste workshop, pela sua participação, produção, dedicação e espírito de camaradagem que aplicaram à iniciativa.
Abaixo, encontra-se o video construido pelos participantes contendo as suas narrativas, e depois as imagens dos bastidores do workshop.
domingo, maio 13, 2007
domingo, abril 29, 2007
Antena Verde – Som Ambiente
PAINÉIS SOLARES - ANTENA VERDE - AVFM
Transmitido em 2007/Semana 17/23-04 a 29-04
CIMEIRA DA PRIMAVERA - SOM AMBIENTE - SFM
Transmitido em 2007/Semana 13/26-03 a 30-03
Transmitido em 2007/Semana 17/23-04 a 29-04
| Antena Verde 2007-... |
CIMEIRA DA PRIMAVERA - SOM AMBIENTE -
Transmitido em 2007/Semana 13/26-03 a 30-03
| SOM AMBIENTE 13 ed... |
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Programas da Rádio
domingo, abril 22, 2007
25.ECO.PASSEIO.AMBIENTE.IMAGENS.DISPERSAS.2007
Acabo de estabelecer uma simbiose. Acabo de criar uma narrativa [tema do nosso workshop "Ambiente Imagens Dispersas"], com as imagens do nosso último eco-passeio na Lousã, Rota dos Báldios I, que parte da aldeia serrana Vale da Nogueira. Aliás fotografias do Marco Jorge "O Escuteiro".
Trilho idílico.
Participa no nosso workshop, participa nos nossos eco-passeios, participa connosco nos Amigos do Cáster.
Trilho idílico.
1. Cenário idílico

2. Cenário idílico

3. Cenário idílico, um indivíduo do grupo

4. Cenário idílico, progressão do grupo

5. Cenário idílico, progressão do grupo

6. Cenário idílico, progressão do grupo

7. Cenário idílico, progressão do grupo

8. Olha o grupo

9. Olha o grupo

10. Olha o grupo

2. Cenário idílico
3. Cenário idílico, um indivíduo do grupo
4. Cenário idílico, progressão do grupo
5. Cenário idílico, progressão do grupo
6. Cenário idílico, progressão do grupo
7. Cenário idílico, progressão do grupo
8. Olha o grupo
9. Olha o grupo
10. Olha o grupo
Participa no nosso workshop, participa nos nossos eco-passeios, participa connosco nos Amigos do Cáster.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
segunda-feira, abril 16, 2007
24.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Workshop de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas - Introdução à narrativa informática. Toda a informação.
«Aquilo que vemos não é feito do que estamos a ver mas sim daquilo que somos.» Fernando Pessoa
Introdução à narrativa e o Ambiente
«O ensaio fotográfico – narrativa - é uma forma fascinante de trabalhar com fotografia. Um ensaio é composto por uma serie de imagens que se relacionam entre elas em torno de um tema, ideia, cor, evento ou outro qualquer elemento. Um dos seus pontos fortes é poder ser construído ao longo do tempo e, nalguns casos, em qualquer lugar. [Imagem abaixo, José Manuel Bacelar durante o seu trabalho “Um inferno esquecido, SIDA em Moçambique”, em 2003]
Um bom ensaio fotográfico apresenta a cena, introduz as personagens e os seus caracteres, evoca estados de espírito, e mostra a acção e as suas consequências quer sejam grandiosas ou terríveis. Contém o drama da vida. Como um único frame de um filme, uma foto solta inserida na narrativa levanta mais perguntas do que produz respostas.
Neste workshop o conceito do participante pode ser fotojornalístico, documental ou artístico. Além dos trabalhos dos participantes será partilhado o trabalho de outros fotógrafos. Debateremos conceitos e desenvolveremos uma conversa sobre a fotografia e a sua função no mundo. Definiremos as orientações para os ensaios que cada um produzirá e veremos a melhor forma de cada um abordar a sua escolha. Desenvolveremos o processo de edição, sequenciação e apresentação de um ensaio fotográfico. Montaremos um slide show final com o trabalho de cada formando.
Tragam as vossas câmaras, portfolio de 15-20 imagens e a vossa curiosidade.» José Manuel Bacelar.
«Os encontros de fotografia – Ambiente e Imagens Dispersas, aproximam diversos fotógrafos profissionais da nossa associação. Procuramos que estes contactos giram um enriquecimento mútuo, através da sensibilização do público que visita as diversas exposições, assim como destes profissionais da comunicação para as questões ambientais.
Pretendemos que o legado deixado por estes fotógrafos no nosso evento não se limite à exposição dos seus trabalhos mas também à partilha dos seus conhecimentos. Com este intuito organizámos na edição de 2006 um workshop de Fotografia Natural com o fotógrafo Alexandre Vaz.
Para a edição deste ano convidámos o Fotojornalista José Manuel Bacelar, galardoado com o IV Prémio Visão de Fotojornalismo 2004, a organizar um workshop com a temática “Introdução à Narrativa Fotográfica e o Ambiente”.
Através da sua visão fotojornalista propõe-nos transmitir conhecimentos que nos permitem criar narrativas através de imagens fotográficas. Da mesma forma que todos nós em tempos aprendemos a juntar palavras de forma a comunicar, também é possível aprender a fotografar de forma a construir uma narrativa que nos permita mostrar a nossa visão sobre algo.
Para atingir este objectivo será proposto aos formandos a elaboração de um projecto que irá ser definido pelos mesmos, tendo como ponto de partida a caracterização ambiental de Ovar.
Após uma introdução à narrativa fotográfica assim como uma breve sensibilização dos objectivos mais relevantes no que se refere à ecologia no concelho de Ovar, os formandos definem o projecto que pretendem desenvolver e terão uma semana para o efectivar. No final, o trabalho será editado de forma a produzir uma série de imagens que se relacionem entre elas sob a forma de um ensaio fotográfico. Todo este trabalho será editado sob a forma de slide-show que será apresentado num espaço público de Ovar de forma a envolver a sociedade neste projecto e expor os trabalhos realizados à opinião pública.
É importante sublinhar que não se pretende transmitir conhecimentos sobre técnica fotográfica, mas este facto não limita o acesso de formandos a este workshop. Não é necessário dominar a técnica a 100% ou possuir equipamento fotográfico de topo mesmo com a câmara de um telemóvel é possível criar uma narrativa!
Parafraseando José Manuel Bacelar: -“Tragam as vossas câmaras, um portfolio de 15 a 20 imagens e a vossa curiosidade!”» Hélder Almeida
Quem é José Manuel Bacelar? José Manuel Bacelar é fotojornalista desde 1999. Depois da passagem pelos mais prestigiados jornais nacionais, tornou-se freelancer em 2003 e trabalha essencialmente em reportagem e fotografia documental. Tem vindo a publicar em revistas como "Le Monde 2", "VSD", "The Independent on Sunday Review", "Visão", "Grande Reportagem", "Focus", "Notícias Magazine", "Única", "Exame", "Domingo Magazine"... Foi galardoado com diversos prémios destacando-se o Euro Press Fuji Awards (categoria reportagem) em 2003 e o Grande Prémio Visão Fotojornalismo 2004. Na ultima década, foi possível apreciar o seu trabalho exposto em locais como o City Hall em Oslo, no Centro Cultural de Belém, na Casa das Artes de Tavira, Fórum da Maia, no Museu de Ovar... Licenciado em Ciências da Comunicação é, desde 2005, responsável pelo Laboratório de Fotografia da Universidade Fernando Pessoa leccionando a cadeira de Fotojornalismo.
Dados relativos ao workshop
• Datas: 29 de Abril, 5 e 6 de Maio
• Taxa de inscrição: Sócios – 80,00 Euros
Não sócios – 100,00 Euros
• Vagas: 8 no mínimo e 14 no máximo
• Definição do projecto é realizada pelos formandos, após a apresentação dos problemas ambientais do concelho, realizado por uma pessoa que acompanha estas questões ambientais em Ovar
• Apresentação do slide show, num espaço público em Ovar
• Inscrições através do contacto:
E-mail: hhelder@gmail.com [envie um mail com os dados correspondentes à ficha de inscrição, ver abaixo]
Telemóvel:965614805
• Ou enviar a ficha de inscrição para:
ENDEREÇO POSTAL:
ASSOCIAÇÃO JUVENIL AMIGOS DO CÁSTER
APARTADO 239
3884-909 OVAR
• Data limite de inscrições: 23 de Abril.
• Ficha de Inscrição
«Aquilo que vemos não é feito do que estamos a ver mas sim daquilo que somos.» Fernando Pessoa
Introdução à narrativa e o Ambiente
«O ensaio fotográfico – narrativa - é uma forma fascinante de trabalhar com fotografia. Um ensaio é composto por uma serie de imagens que se relacionam entre elas em torno de um tema, ideia, cor, evento ou outro qualquer elemento. Um dos seus pontos fortes é poder ser construído ao longo do tempo e, nalguns casos, em qualquer lugar. [Imagem abaixo, José Manuel Bacelar durante o seu trabalho “Um inferno esquecido, SIDA em Moçambique”, em 2003]
Um bom ensaio fotográfico apresenta a cena, introduz as personagens e os seus caracteres, evoca estados de espírito, e mostra a acção e as suas consequências quer sejam grandiosas ou terríveis. Contém o drama da vida. Como um único frame de um filme, uma foto solta inserida na narrativa levanta mais perguntas do que produz respostas.
Neste workshop o conceito do participante pode ser fotojornalístico, documental ou artístico. Além dos trabalhos dos participantes será partilhado o trabalho de outros fotógrafos. Debateremos conceitos e desenvolveremos uma conversa sobre a fotografia e a sua função no mundo. Definiremos as orientações para os ensaios que cada um produzirá e veremos a melhor forma de cada um abordar a sua escolha. Desenvolveremos o processo de edição, sequenciação e apresentação de um ensaio fotográfico. Montaremos um slide show final com o trabalho de cada formando.
Tragam as vossas câmaras, portfolio de 15-20 imagens e a vossa curiosidade.» José Manuel Bacelar.
«Os encontros de fotografia – Ambiente e Imagens Dispersas, aproximam diversos fotógrafos profissionais da nossa associação. Procuramos que estes contactos giram um enriquecimento mútuo, através da sensibilização do público que visita as diversas exposições, assim como destes profissionais da comunicação para as questões ambientais.
Pretendemos que o legado deixado por estes fotógrafos no nosso evento não se limite à exposição dos seus trabalhos mas também à partilha dos seus conhecimentos. Com este intuito organizámos na edição de 2006 um workshop de Fotografia Natural com o fotógrafo Alexandre Vaz.
Para a edição deste ano convidámos o Fotojornalista José Manuel Bacelar, galardoado com o IV Prémio Visão de Fotojornalismo 2004, a organizar um workshop com a temática “Introdução à Narrativa Fotográfica e o Ambiente”.
Através da sua visão fotojornalista propõe-nos transmitir conhecimentos que nos permitem criar narrativas através de imagens fotográficas. Da mesma forma que todos nós em tempos aprendemos a juntar palavras de forma a comunicar, também é possível aprender a fotografar de forma a construir uma narrativa que nos permita mostrar a nossa visão sobre algo.
Para atingir este objectivo será proposto aos formandos a elaboração de um projecto que irá ser definido pelos mesmos, tendo como ponto de partida a caracterização ambiental de Ovar.
Após uma introdução à narrativa fotográfica assim como uma breve sensibilização dos objectivos mais relevantes no que se refere à ecologia no concelho de Ovar, os formandos definem o projecto que pretendem desenvolver e terão uma semana para o efectivar. No final, o trabalho será editado de forma a produzir uma série de imagens que se relacionem entre elas sob a forma de um ensaio fotográfico. Todo este trabalho será editado sob a forma de slide-show que será apresentado num espaço público de Ovar de forma a envolver a sociedade neste projecto e expor os trabalhos realizados à opinião pública.
É importante sublinhar que não se pretende transmitir conhecimentos sobre técnica fotográfica, mas este facto não limita o acesso de formandos a este workshop. Não é necessário dominar a técnica a 100% ou possuir equipamento fotográfico de topo mesmo com a câmara de um telemóvel é possível criar uma narrativa!
Parafraseando José Manuel Bacelar: -“Tragam as vossas câmaras, um portfolio de 15 a 20 imagens e a vossa curiosidade!”» Hélder Almeida
Quem é José Manuel Bacelar? José Manuel Bacelar é fotojornalista desde 1999. Depois da passagem pelos mais prestigiados jornais nacionais, tornou-se freelancer em 2003 e trabalha essencialmente em reportagem e fotografia documental. Tem vindo a publicar em revistas como "Le Monde 2", "VSD", "The Independent on Sunday Review", "Visão", "Grande Reportagem", "Focus", "Notícias Magazine", "Única", "Exame", "Domingo Magazine"... Foi galardoado com diversos prémios destacando-se o Euro Press Fuji Awards (categoria reportagem) em 2003 e o Grande Prémio Visão Fotojornalismo 2004. Na ultima década, foi possível apreciar o seu trabalho exposto em locais como o City Hall em Oslo, no Centro Cultural de Belém, na Casa das Artes de Tavira, Fórum da Maia, no Museu de Ovar... Licenciado em Ciências da Comunicação é, desde 2005, responsável pelo Laboratório de Fotografia da Universidade Fernando Pessoa leccionando a cadeira de Fotojornalismo.
Dados relativos ao workshop
• Datas: 29 de Abril, 5 e 6 de Maio
• Taxa de inscrição: Sócios – 80,00 Euros
Não sócios – 100,00 Euros
• Vagas: 8 no mínimo e 14 no máximo
• Definição do projecto é realizada pelos formandos, após a apresentação dos problemas ambientais do concelho, realizado por uma pessoa que acompanha estas questões ambientais em Ovar
• Apresentação do slide show, num espaço público em Ovar
• Inscrições através do contacto:
E-mail: hhelder@gmail.com [envie um mail com os dados correspondentes à ficha de inscrição, ver abaixo]
Telemóvel:
• Ou enviar a ficha de inscrição para:
ENDEREÇO POSTAL:
ASSOCIAÇÃO JUVENIL AMIGOS DO CÁSTER
APARTADO 239
3884-909 OVAR
• Data limite de inscrições: 23 de Abril.
• Ficha de Inscrição
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
23.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Neste post podemos encontrar informação respeitante à palestra, inauguração das exposições, revelação dos premiados, atribuiação dos prémios aos vencedores do II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas, e ainda a divulgação das fotografias seleccionadas para expor. VIDEO E IMAGENS
Sexta-Feira, 13 de Abril de 2007 - Dia de sorte para os AdC. Tal como prometido, o encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 foi inaugurado pela palestra, sujeita aos seguintes componentes: apresentação do encontro de fotografia pelo membro da Associação Amigos do Cáster, Carlos Ramos, exposição verbal da problemática do lobo em Portugal, pelos autores da publicação “LOBOS em Portugal” Paulo Caetano e Joaquim Pedro Ferreira, momento de interacção dos oradores com o público, finalmente procedeu-se à revelação dos premiados do II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas.
Representando os Amigos do Cáster, Carlos Ramos, evidenciou o trabalho dos fotógrafos José Antunes, João Cosme, Sérgio Azenha e Joaquim Pedro Ferreira, enquadrando-os com o fim a que este encontro se propõe: um acto de promoção ao ambiente e à expressão fotográfica. Além disso, pretende ser um pequeno contributo para contrapor o momento de crise do movimento associativo. Para demonstrar como os Amigos do Cáster remam contra a maré, o representante dos Amigos do Cáster apresentou um vídeo de aproximadamente 3 minutos com momentos dos bastidores do “encontro” [captação de imagens foi da responsabilidade de Filipe Santos e Filipe Tavares, a montagem de Filipe Tavares, as locuções das rádios SFM e AVFM e música dos Da Weasel]. Um momento muito interessante [ver abaixo].
Depois, Paulo Caetano e Joaquim Pedro Ferreira percorreram o livro LOBOS em Portugal, desenvolvendo o seu discurso em torno do surgimento do lobo, o seu lugar na história, o seu território, o quotidiano na alcateia, lendas, a luta pela sobrevivência, e finalmente que futuro poderá esta espécie ter. Foi curioso conhecermos as lendas que perduram ao longo do tempo, também o tipo de relações sociais da alcateia, que chegam ao ponto desta ajudar a fêmea que procria quando ela se encontra em período de maior debilidade ou mesmo ferida, o facto de apurarem tácticas de caça em grupo, e até como os machos dominantes lutam entre si pelo poder. [Imagem a baixo, da frente para o fundo, Joaquim Pedro Ferreira, Paulo Caetano e Carlos Ramos. Autoria Hélder Almeida]
Também descreveram, as dificuldades que as novas auto-estradas e incêndios colocam à movimentação das alcateias, da morosidade da atribuição das indemnizações aos pastores, vitimas dos ataques das alcateias, sendo o Parque Natural de Montesinho o melhor exemplo [mesmo assim são necessários 6 meses, para os pastores receberem o devido valor pelo(s) animal(is) perdidos no ataque]: Também falaram dos mitos que persistem em torno do lobo, e que muitas vezes é de livro em punho que Joaquim Pedro com a maior subtileza expõem as suas convicções e demove as consciências mais obstinadas. Segundo Joaquim Pedro, é muito importante explicar e mostrar bem. Para essa tarefa o seu livro tem sido uma ferramenta de extrema utilidade.
Depois, mais de uma hora de perguntas/respostas/reflexões.
De seguida, passámos para uma breve apresentação do workshop de fotografia que vamos realizar no âmbito de deste encontro, tendo sido protagonizada por Hélder Almeida.
Finalmente, chegamos a outro período muito esperado, a revelação e atribuição dos prémios do II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas. Apresentação feita por Duarte Regalado, os prémios foram revelados e entregues por Joaquim Pedro Ferreira, Paulo Caetano, João Cosme, Eliana Duarte [Amigos do Cáster], Prof. Joaquim Barbosa [Junta de Freguesia de Ovar] e Dr. David Almeida [Câmara Municipal de Ovar].
Obs.: Para as pessoas que não puderem assistir às exposições as fotografias serão publicadas na FOTOdigital de Maio.
Sábado, 14 de Abril de 2007 - A inauguração das exposições de fotografia LOBOS em Portugal de Joaquim Pedro Ferreira e Incêndios de Sérgio Azenha, no Museu de Ovar e Junta de Freguesia de Ovar respectivamente, foram envoltas de actos simples mas de boa disposição e de grande riqueza, tendo os autores estado pela primeira vez presentes no local a enquadrar as suas exposições aos assistentes.
Sexta-Feira, 13 de Abril de 2007 - Dia de sorte para os AdC. Tal como prometido, o encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 foi inaugurado pela palestra, sujeita aos seguintes componentes: apresentação do encontro de fotografia pelo membro da Associação Amigos do Cáster, Carlos Ramos, exposição verbal da problemática do lobo em Portugal, pelos autores da publicação “LOBOS em Portugal” Paulo Caetano e Joaquim Pedro Ferreira, momento de interacção dos oradores com o público, finalmente procedeu-se à revelação dos premiados do II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas.
Representando os Amigos do Cáster, Carlos Ramos, evidenciou o trabalho dos fotógrafos José Antunes, João Cosme, Sérgio Azenha e Joaquim Pedro Ferreira, enquadrando-os com o fim a que este encontro se propõe: um acto de promoção ao ambiente e à expressão fotográfica. Além disso, pretende ser um pequeno contributo para contrapor o momento de crise do movimento associativo. Para demonstrar como os Amigos do Cáster remam contra a maré, o representante dos Amigos do Cáster apresentou um vídeo de aproximadamente 3 minutos com momentos dos bastidores do “encontro” [captação de imagens foi da responsabilidade de Filipe Santos e Filipe Tavares, a montagem de Filipe Tavares, as locuções das rádios SFM e AVFM e música dos Da Weasel]. Um momento muito interessante [ver abaixo].
Depois, Paulo Caetano e Joaquim Pedro Ferreira percorreram o livro LOBOS em Portugal, desenvolvendo o seu discurso em torno do surgimento do lobo, o seu lugar na história, o seu território, o quotidiano na alcateia, lendas, a luta pela sobrevivência, e finalmente que futuro poderá esta espécie ter. Foi curioso conhecermos as lendas que perduram ao longo do tempo, também o tipo de relações sociais da alcateia, que chegam ao ponto desta ajudar a fêmea que procria quando ela se encontra em período de maior debilidade ou mesmo ferida, o facto de apurarem tácticas de caça em grupo, e até como os machos dominantes lutam entre si pelo poder. [Imagem a baixo, da frente para o fundo, Joaquim Pedro Ferreira, Paulo Caetano e Carlos Ramos. Autoria Hélder Almeida]
Também descreveram, as dificuldades que as novas auto-estradas e incêndios colocam à movimentação das alcateias, da morosidade da atribuição das indemnizações aos pastores, vitimas dos ataques das alcateias, sendo o Parque Natural de Montesinho o melhor exemplo [mesmo assim são necessários 6 meses, para os pastores receberem o devido valor pelo(s) animal(is) perdidos no ataque]: Também falaram dos mitos que persistem em torno do lobo, e que muitas vezes é de livro em punho que Joaquim Pedro com a maior subtileza expõem as suas convicções e demove as consciências mais obstinadas. Segundo Joaquim Pedro, é muito importante explicar e mostrar bem. Para essa tarefa o seu livro tem sido uma ferramenta de extrema utilidade.
Depois, mais de uma hora de perguntas/respostas/reflexões.
De seguida, passámos para uma breve apresentação do workshop de fotografia que vamos realizar no âmbito de deste encontro, tendo sido protagonizada por Hélder Almeida.
Finalmente, chegamos a outro período muito esperado, a revelação e atribuição dos prémios do II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas. Apresentação feita por Duarte Regalado, os prémios foram revelados e entregues por Joaquim Pedro Ferreira, Paulo Caetano, João Cosme, Eliana Duarte [Amigos do Cáster], Prof. Joaquim Barbosa [Junta de Freguesia de Ovar] e Dr. David Almeida [Câmara Municipal de Ovar].
Os premiados foram:
1º Classificado
Luís Miguel Teotónio
O fim do Sufoco
Beja
2º Classificado
Ricardo Alves
Ondulação de luz
Caparica
3º Classificado
Jorge Pedro Casais
O mundo numa gota
Porto
Menções Honrosas
Ricardo Alves
Gelo suspenso
Caparica
Guilherme Limas
No tempo que os animais falavam
Vagos
Prémio Ovar
Frederico Pinto
Espelho Retórico
Fotografias seleccionadas para expor
Jorge Casais
Textura de borboleta
Porto
Paulo Branquinho
Borbulhas
Ovar
Filipe Silva
Running 1
Leiria
Luís Louro
Rã de Vidro
Massamá
Jorge Batalha
Hora de Ponta
Loures
Ricardo Alves
No país das maravilhas
Caparica
Maria Fernanda Botelho
Pele de eucalipto
São João das Lampas
Mário Xavier Rocha
Olhar
Ovar
Guilherme Limas
Primavera em movimento
Vagos
Joana Santiago
Pinkies
Esmoriz
Nuno Bernardo
S/T
Mem Martins
Jorge Santos
Estrela do Sopro
Pontinha
André Boto
Escondido
Silves
Ricardo Alves
El Dorado
Caparica
Ana Raquel Santos
Criação
Ovar
1º Classificado
Luís Miguel Teotónio
O fim do Sufoco
Beja
2º Classificado
Ricardo Alves
Ondulação de luz
Caparica
3º Classificado
Jorge Pedro Casais
O mundo numa gota
Porto
Menções Honrosas
Ricardo Alves
Gelo suspenso
Caparica
Guilherme Limas
No tempo que os animais falavam
Vagos
Prémio Ovar
Frederico Pinto
Espelho Retórico
Fotografias seleccionadas para expor
Jorge Casais
Textura de borboleta
Porto
Paulo Branquinho
Borbulhas
Ovar
Filipe Silva
Running 1
Leiria
Luís Louro
Rã de Vidro
Massamá
Jorge Batalha
Hora de Ponta
Loures
Ricardo Alves
No país das maravilhas
Caparica
Maria Fernanda Botelho
Pele de eucalipto
São João das Lampas
Mário Xavier Rocha
Olhar
Ovar
Guilherme Limas
Primavera em movimento
Vagos
Joana Santiago
Pinkies
Esmoriz
Nuno Bernardo
S/T
Mem Martins
Jorge Santos
Estrela do Sopro
Pontinha
André Boto
Escondido
Silves
Ricardo Alves
El Dorado
Caparica
Ana Raquel Santos
Criação
Ovar
Obs.: Para as pessoas que não puderem assistir às exposições as fotografias serão publicadas na FOTOdigital de Maio.
Sábado, 14 de Abril de 2007 - A inauguração das exposições de fotografia LOBOS em Portugal de Joaquim Pedro Ferreira e Incêndios de Sérgio Azenha, no Museu de Ovar e Junta de Freguesia de Ovar respectivamente, foram envoltas de actos simples mas de boa disposição e de grande riqueza, tendo os autores estado pela primeira vez presentes no local a enquadrar as suas exposições aos assistentes.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
sexta-feira, abril 13, 2007
22.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Toda a informação do encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007, em diversos suportes:
Descarregue aqui o nosso desdobrável
Jornal Praça Pública com o nosso Praça Verde inteiramente dedicado ao nosso "encontro" [aqui]
Rádio SFM
Rádio AVFM
Descarregue aqui o nosso desdobrável
| Desdobravel_V1.pdf |
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Jornal Praça Pública com o nosso Praça Verde inteiramente dedicado ao nosso "encontro" [aqui]
Rádio SFM
Rádio AVFM
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
21.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Sérgio Azenha, vai patentear o seu trabalho "Incêndio".
Cada despertar de Sérgio Azenha é diferente, não sabe se existirão sujeitos a capturar pela sua enorme colecção de câmaras fotográficas. Mas se existirem, é sempre imprevisível com que realidade se vai deparar. O seu trabalho é reflexo disso mesmo: versatilidade. Da moda, ao desporto, passando pela actividade política, e claro, por aquilo que o une ao encontro de fotografia “Ambiente Imagens Dispersas”, o flagelo dos incêndios. Com diversos testemunhos fotográficos de 2003 a 2006 em variados pontos do país, Sérgio Azenha agudiza a sensibilidade daqueles que apreciam as suas imagens, para esta calamidade. Para isso, aplica o seu forte sentido estético na criação de imagens, transformando-as em composições riquíssimas.
Fotojornalista a viver em Coimbra. Licenciou-se em Jornalismo pela Universidade de Coimbra e iniciou a actividade profissional no Jornal de Notícias. Depois de alguns anos a trabalhar no jornal Público, tornou-se freelancer, tendo as suas fotografias sido publicadas em vários jornais, entre os quais o Diário de Notícias, Público, Jornal de Notícias, Correio da Manhã, Le Figaro e Toronto Star, bem como nas revistas Sábado e Visão. Colabora também com as agências noticiosas Associated Press (AP) e LUSA. Tem portfolio em http://www.sergioazenha.com.
Cada despertar de Sérgio Azenha é diferente, não sabe se existirão sujeitos a capturar pela sua enorme colecção de câmaras fotográficas. Mas se existirem, é sempre imprevisível com que realidade se vai deparar. O seu trabalho é reflexo disso mesmo: versatilidade. Da moda, ao desporto, passando pela actividade política, e claro, por aquilo que o une ao encontro de fotografia “Ambiente Imagens Dispersas”, o flagelo dos incêndios. Com diversos testemunhos fotográficos de 2003 a 2006 em variados pontos do país, Sérgio Azenha agudiza a sensibilidade daqueles que apreciam as suas imagens, para esta calamidade. Para isso, aplica o seu forte sentido estético na criação de imagens, transformando-as em composições riquíssimas.
Fotojornalista a viver em Coimbra. Licenciou-se em Jornalismo pela Universidade de Coimbra e iniciou a actividade profissional no Jornal de Notícias. Depois de alguns anos a trabalhar no jornal Público, tornou-se freelancer, tendo as suas fotografias sido publicadas em vários jornais, entre os quais o Diário de Notícias, Público, Jornal de Notícias, Correio da Manhã, Le Figaro e Toronto Star, bem como nas revistas Sábado e Visão. Colabora também com as agências noticiosas Associated Press (AP) e LUSA. Tem portfolio em http://www.sergioazenha.com.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
20.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
José Antunes
Vai patentear o trabalho 4 Olhares
Segundo José Antunes «É bom encontrar uma associação ambiental que sabe explorar a fotografia como uma arma para chamar a atenção para a sua actividade e também para, através dessa mesma fotografia, dinamizar a filosofia que prega: a defesa do ambiente. É saudável que assim suceda e que o exemplo venha de alguém fora dos grandes centros. A Associação Amigos do Cáster, cuja actividade se estendeu para lá do rio que lhe dá nome, está, de novo de parabéns.»
O convite para participar na exposição de fotografia de 2007 deixou-o surpreendido. Afinal, o seu trabalho na área da fotografia é uma extensão da sua actividade jornalística, encetada no final dos anos 70. A escrita sobre o património, arqueologia e percursos na Natureza, para publicações desde o Diário de Notícias Magazine à Capital ou Diário Popular, conciliaram-se sempre com a escrita sobre fotografia técnica e, claro a sua prática, além da escrita sobre informática e multimédia. Suportes para uma carreira de freelancer entre o agreste da Natureza e o cheiro quente dos computadores.
Vai patentear o trabalho 4 Olhares
Segundo José Antunes «É bom encontrar uma associação ambiental que sabe explorar a fotografia como uma arma para chamar a atenção para a sua actividade e também para, através dessa mesma fotografia, dinamizar a filosofia que prega: a defesa do ambiente. É saudável que assim suceda e que o exemplo venha de alguém fora dos grandes centros. A Associação Amigos do Cáster, cuja actividade se estendeu para lá do rio que lhe dá nome, está, de novo de parabéns.»
O convite para participar na exposição de fotografia de 2007 deixou-o surpreendido. Afinal, o seu trabalho na área da fotografia é uma extensão da sua actividade jornalística, encetada no final dos anos 70. A escrita sobre o património, arqueologia e percursos na Natureza, para publicações desde o Diário de Notícias Magazine à Capital ou Diário Popular, conciliaram-se sempre com a escrita sobre fotografia técnica e, claro a sua prática, além da escrita sobre informática e multimédia. Suportes para uma carreira de freelancer entre o agreste da Natureza e o cheiro quente dos computadores.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
19.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Trata-se do Ministério da Cultura - Delegação Regional da Cultura do Centro. A marca:
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
18.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Um parceiro fiel ao longo dos anos. A marca:
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17.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Trata-se da Colorfoto. A marca:
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
sexta-feira, março 16, 2007
16.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
LOBOS em Portugal
Os autores da publicação “LOBOS em Portugal” são Paulo Caetano, jornalista, Joaquim Pedro Ferreira, fotógrafo e biólogo, finalmente Jorge Mateus, ilustrador. Joaquim Pedro Ferreira e Paulo Caetano e vão-nos honrar com a sua presença na palestra do encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007.
Vão-nos contar como é o quotidiano desta espécie em Portugal, quem são os agentes que se relacionam com o lobo, e em que medida eles contribuem para desenvolvimento ou constrangimento da espécie em território nacional. Como é o dia-a-dia de uma investigação deste género, desde o planeamento à recolha de dados e imagens no campo, a concretização das respostas, as novas perguntas, e as perguntas que persistem: o fruto deste trabalho. Que papel tem a fotografia neste tipo de trabalho.
Esta palestra tem a pretensão de dar um pequeno contributo para a divulgação da causa do Paulo, do Joaquim Pedro e do Jorge: salvar o lobo da extinção em Portugal.
Sobre a obra:
"Escreve-se neste livro sobre o lobo em todas as suas perspectivas: arqueologia, história, etnografia, morfologia, biologia, comportamento e conservação. (...) É a bíblia do Lobo dizem alguns biólogos e arqueólogos" - Teresa Firmino, in Mil Folhas do Público. Ou ainda: "Imagine-se sentado diante do fogo comunal ou do lar a escutar uma história antiga. É disso que este livro trata. A escrita, escorreita e descodificadora das dissertações científicas, aproxima o lobo do comum mortal (...). Este livro pode ser uma pedra determinante numa nova relação com o lobo. Com os lobos" - José Antunes, in FOTOdigital.
Quem é Paulo Caetano?
Actualmente, a exercer funções de RESPONSÁVEL DE COMUNICAÇÃO NO GRUPO CUF.
Em 2001, foi admitido nos quadros da revista “FOCUS” como GRANDE REPÓRTER. Até à sua saída, em Novembro de 2005, desempenhou os cargos de EDITOR DE CIÊNCIA E DE SOCIEDADE e, ainda, de CHEFE DE REDACÇÃO.
De Setembro de 1997 a Abril de 1998 foi COORDENADOR DO PROGRAMA "FILHOS DA NAÇÃO", na SIC. Foi pioneiro no tratamento jornalístico de temas de Ambiente, tendo publicado reportagens na revista Expresso e na Pública, no DNA, na Sábado, no JÁ, na Vida Mundial, na Volta ao Mundo, Fórum Ambiente, Ozono e ainda nas espanholas Cambio 16 e Península.
O que disse Paulo Caetano ao ser interpelado pelos Amigos do Cáster? O que disse sobre os Amigos do Cáster?
Foi uma surpresa. Quando nos chegou o convite para falarmos do nosso livro mais recente - sobre os lobos em Portugal - e para expormos o trabalho fotográfico que nos ocupou durante os últimos anos, tivemos a preocupação de buscar informação sobre esta associação que nos era desconhecida. A surpresa foi total. E muito agradável. Na verdade, muitos amigos nossos - entre fotógrafos de natureza e jornalistas - conheciam bem o trabalho dos Amigos do Cáster. Já tinham participado nas suas iniciativas e testemunhado - na primeira pessoa - o empenho dos seus dirigentes, o profissionalismo colocado na organização dos eventos, a pertinência dos temas. E, tal importante quando tudo isso, testemunharam o entusiasmo de todos aqueles que regularmente assistem e participam nos colóquios, exposições, passeios ... O vosso exemplo de militância pela causa ambiental é fundamental e inspirador. Pois só com a actuação local se pode mudar a nível global. Continuem sempre combativos.
Quem é Joaquim Pedro?
Licenciado em biologia desde 1997 pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e em 2003 conclui o Mestrado em Gestão dos Recursos Biológicos pela Universidade Évora, e desde aí tenho trabalhado em diversos projectos na área da conservação de mamíferos carnívoros. Neste momento sou Bolseiro de Doutoramento centrado na problemática de conservação do gato-bravo europeu.
Dedico-me à fotografia de Natureza (amador) desde 1998, tendo publicado alguns trabalhos em revistas como a Fórum Ambiente, Cortiçol, Tribuna da Natureza, fiz uma exposição intitulada: “No silêncio da Noite” sobre o mundo dos morcegos integrada na semana europeia dos morcegos realizada em Montemor-o-Novo, fui editor fotográfico e um dos fotógrafos do Livro Roteiros das aves no Alentejo editado pelo Centro Estudos da Avifauna Ibérica.
Joaquim Pedro Ferreira vai expor algumas das fotografias que ilustraram o livro "LOBOS em Portugal" no Museu de Ovar.
Um pedaço bem suculento do encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007.
Os autores da publicação “LOBOS em Portugal” são Paulo Caetano, jornalista, Joaquim Pedro Ferreira, fotógrafo e biólogo, finalmente Jorge Mateus, ilustrador. Joaquim Pedro Ferreira e Paulo Caetano e vão-nos honrar com a sua presença na palestra do encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007.
Vão-nos contar como é o quotidiano desta espécie em Portugal, quem são os agentes que se relacionam com o lobo, e em que medida eles contribuem para desenvolvimento ou constrangimento da espécie em território nacional. Como é o dia-a-dia de uma investigação deste género, desde o planeamento à recolha de dados e imagens no campo, a concretização das respostas, as novas perguntas, e as perguntas que persistem: o fruto deste trabalho. Que papel tem a fotografia neste tipo de trabalho.
Esta palestra tem a pretensão de dar um pequeno contributo para a divulgação da causa do Paulo, do Joaquim Pedro e do Jorge: salvar o lobo da extinção em Portugal.
Sobre a obra:
"Escreve-se neste livro sobre o lobo em todas as suas perspectivas: arqueologia, história, etnografia, morfologia, biologia, comportamento e conservação. (...) É a bíblia do Lobo dizem alguns biólogos e arqueólogos" - Teresa Firmino, in Mil Folhas do Público. Ou ainda: "Imagine-se sentado diante do fogo comunal ou do lar a escutar uma história antiga. É disso que este livro trata. A escrita, escorreita e descodificadora das dissertações científicas, aproxima o lobo do comum mortal (...). Este livro pode ser uma pedra determinante numa nova relação com o lobo. Com os lobos" - José Antunes, in FOTOdigital.
Quem é Paulo Caetano?
Actualmente, a exercer funções de RESPONSÁVEL DE COMUNICAÇÃO NO GRUPO CUF.
Em 2001, foi admitido nos quadros da revista “FOCUS” como GRANDE REPÓRTER. Até à sua saída, em Novembro de 2005, desempenhou os cargos de EDITOR DE CIÊNCIA E DE SOCIEDADE e, ainda, de CHEFE DE REDACÇÃO.
De Setembro de 1997 a Abril de 1998 foi COORDENADOR DO PROGRAMA "FILHOS DA NAÇÃO", na SIC. Foi pioneiro no tratamento jornalístico de temas de Ambiente, tendo publicado reportagens na revista Expresso e na Pública, no DNA, na Sábado, no JÁ, na Vida Mundial, na Volta ao Mundo, Fórum Ambiente, Ozono e ainda nas espanholas Cambio 16 e Península.
O que disse Paulo Caetano ao ser interpelado pelos Amigos do Cáster? O que disse sobre os Amigos do Cáster?
Foi uma surpresa. Quando nos chegou o convite para falarmos do nosso livro mais recente - sobre os lobos em Portugal - e para expormos o trabalho fotográfico que nos ocupou durante os últimos anos, tivemos a preocupação de buscar informação sobre esta associação que nos era desconhecida. A surpresa foi total. E muito agradável. Na verdade, muitos amigos nossos - entre fotógrafos de natureza e jornalistas - conheciam bem o trabalho dos Amigos do Cáster. Já tinham participado nas suas iniciativas e testemunhado - na primeira pessoa - o empenho dos seus dirigentes, o profissionalismo colocado na organização dos eventos, a pertinência dos temas. E, tal importante quando tudo isso, testemunharam o entusiasmo de todos aqueles que regularmente assistem e participam nos colóquios, exposições, passeios ... O vosso exemplo de militância pela causa ambiental é fundamental e inspirador. Pois só com a actuação local se pode mudar a nível global. Continuem sempre combativos.
Quem é Joaquim Pedro?
Licenciado em biologia desde 1997 pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e em 2003 conclui o Mestrado em Gestão dos Recursos Biológicos pela Universidade Évora, e desde aí tenho trabalhado em diversos projectos na área da conservação de mamíferos carnívoros. Neste momento sou Bolseiro de Doutoramento centrado na problemática de conservação do gato-bravo europeu.
Dedico-me à fotografia de Natureza (amador) desde 1998, tendo publicado alguns trabalhos em revistas como a Fórum Ambiente, Cortiçol, Tribuna da Natureza, fiz uma exposição intitulada: “No silêncio da Noite” sobre o mundo dos morcegos integrada na semana europeia dos morcegos realizada em Montemor-o-Novo, fui editor fotográfico e um dos fotógrafos do Livro Roteiros das aves no Alentejo editado pelo Centro Estudos da Avifauna Ibérica.
Joaquim Pedro Ferreira vai expor algumas das fotografias que ilustraram o livro "LOBOS em Portugal" no Museu de Ovar.
Um pedaço bem suculento do encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007.
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15.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A HP - Hewlett Packard - PORTUGAL apoia pela primeira vez o encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007 e a Associação Amigos do Cáster através da ultima geração de impressoras. Trata-se da impressora DESIGNJET Z3100.
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14.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A Bosch Security Systems mantém o seu apoio a ao encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007 e a Associação Amigos do Cáster.
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13.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Trata-se da rádio regional AVFM. A marca:
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12.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A O2 mantém o seu apoio a ao encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007 e a Associação Amigos do Cáster.
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sexta-feira, março 09, 2007
11.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O primeiro fotografo a comprometer-se com o encontro de fotografia "Ambiente Imagens Dispersas 2007" é João Cosme.
é fotógrafo de natureza e vida selvagem. As suas fotografias têm sido publicadas em diversas revistas nacionais e internacionais, como a National Geographic – magazine, Grande Reportagem, Focus, Factos, tribuna da Natureza, Ozono, Fotonatureza, Fotodigital, Super Foto prática, Naturaleza Salvage (Espanha), entre outras. As suas imagens também têm ilustrado livros, postais, cds, posters e alguns estudos científicos.
Em Fevereiro de 2003 é inaugurada a sua primeira grande exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, integrada na “Coimbra 2003” Capital Nacional da Cultura, intitulada “Os Bichos que andam por aí…”.
Em Novembro de 2003 é lançado o seu primeiro livro sobre o património natural da Serra do Caramulo, onde se destacam surpreendentes imagens. Em Fevereiro de 2004 é lançado o seu segundo livro, Litologias, onde se retrata aspectos geológicos de Portugal. Em Março de 2005, é lançado o seu terceiro livro sobre a região de Riba-Côa, onde retrata o mundo natural daquela região.
E Também é co-autor do guia Roteiro do vale do Côa. Em 2006 publica a sua pagina pessoal, www.joaocosme.net . Actualmente está a preparar um novo livro sobre rios.
é fotógrafo de natureza e vida selvagem. As suas fotografias têm sido publicadas em diversas revistas nacionais e internacionais, como a National Geographic – magazine, Grande Reportagem, Focus, Factos, tribuna da Natureza, Ozono, Fotonatureza, Fotodigital, Super Foto prática, Naturaleza Salvage (Espanha), entre outras. As suas imagens também têm ilustrado livros, postais, cds, posters e alguns estudos científicos.
Em Fevereiro de 2003 é inaugurada a sua primeira grande exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, integrada na “Coimbra 2003” Capital Nacional da Cultura, intitulada “Os Bichos que andam por aí…”.
Em Novembro de 2003 é lançado o seu primeiro livro sobre o património natural da Serra do Caramulo, onde se destacam surpreendentes imagens. Em Fevereiro de 2004 é lançado o seu segundo livro, Litologias, onde se retrata aspectos geológicos de Portugal. Em Março de 2005, é lançado o seu terceiro livro sobre a região de Riba-Côa, onde retrata o mundo natural daquela região.
E Também é co-autor do guia Roteiro do vale do Côa. Em 2006 publica a sua pagina pessoal, www.joaocosme.net . Actualmente está a preparar um novo livro sobre rios.
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10.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Trata-se da rádio regional SFM. A marca:
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09.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Porque nunca é demais repetir: Exposições do encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007, serão 3, com 4 trabalhos profissionais distintos. As imagens dos melhores participantes do concurso de fotografia, serão patenteadas no mesmo espaço onde se exibiram os trabalhos de alguns dos fotógrafos mais prestigiados do país no domínio da fotografia de “natureza e vida selvagem” assim como no ambito do “fotojornalismo”. Essas fotografias também serão publicadas num portfólio no FOTOdigital de Maio de 2007. Os prémios [ver no regulamento] são fabulosos do ponto de vista do apaixonado pela fotografia: expedições fotográficas, e cursos de fotografia facultados pela foto adrenalina e pelo Instituto Português de Fotografia respectivamente. BOA SORTE! BOA SORTE! BOA SORTE
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segunda-feira, fevereiro 26, 2007
AVANÇO DO MAR NAS PRAIAS DE ESMORIZ, CORTEGAÇA, S. PEDRO E FURADOURA [2]
Olá Carlos,
Prezo muito em saber que te encontras preocupado com este problema que implica uma parte da população vareira embora a médio prazo este problema poderá afectar grande parte do concelho de Ovar, pois sabemos que a nossa localidade encontra-se sobre pressão pelo Mar, Ria e Barrinha de Esmoriz.
Relativamente à primeira parte do teu post, devo referir que não é completamente injusto mas em grande parte é, e passo a explicar. Possivelmente, não tens acompanhado a nossa actividade na totalidade, caso contrário não terias a mesma opinião. Repara, temos dois exemplos claros, que expressam a nossa preocupação relativamente a este problema. Um refere-se ao programa Antena Verde que passou na nossa rádio local AVFM na semana compreendida entre 08 e 14 de Janeiro do ano corrente, intitulado de “ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL” o qual foi baseado em diversas fontes mas fundamentalmente num artigo do JN de Dezembro. Neste programa estabelecemos um paralelo entre o problema da Costa da Caparica e o nosso, repara: «[…] Assim, justifica-se transpor esta situação para a nossa zona costeira porque, por um lado ficou claro através da opinião de especialistas, que “num futuro próximo talvez se assista à retirada de populações do concelho de Ovar” destas zonas de contacto com o mar. Por outro lado, esta ideia é reforçada quando assistimos a permanentes avisos da natureza, que nos indicam que muitas condições do nosso concelho podem ser mudadas a curto-médio prazo. Por exemplo, repare na praia de Maceda, ou ainda no bairro piscatório de Esmoriz. São claros os avanços do mar, e esta situação também se verifica na zona balnear do Furadouro e sobretudo na zona costeira a sul do Furadouro.» […] Por outro lado, questionamos até que ponto a sociedade civil através de esforços de associações ou de esforços individuais poderá intervir em todo este processo, repara: « […] Relativamente a esta matéria, o que pretendem fazer os nossos governantes e dirigentes autárquicos?
Através dos jornais, sabemos que o plano de intervenção da orla costeira tutelado pelo Ministério do Ambiente, prevê para Ovar as seguintes acções:
- A reparação das defesas aderentes de Esmoriz e Cortegaça;
- A reparação dos esporões de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro;
- E A criação do plano de intervenção das frentes marítimas das praias de Esmoriz e Cortegaça.
Contudo deixo em abertos as seguintes questões:
- Mas se somos uma das zonas mais fustigadas no que diz respeito à erosão costeira, não se justificariam estudos de gestão e controlo do litoral vareiro?
- E a requalificação urbana? Será viável e importante?
- Mas o que são exactamente estas acções?
- Que consequências terão estas intervenções no quotidiano de quem reside em Ovar?
- Para quando estas discussões e consequentes decisões?
- Como habitante desta cidade, também pergunto, que papéis terão as associações locais e o cidadão comum, na discussão, na decisão e na própria concepção destas alterações?»
Outra rubrica referente a este assunto também passou na AVFM entre 2007-02-05 e 2007-02-11 com o título “O Mar Engole” também reflexo de um artigo do JN.
Como já te foi explicado por telefone e também por um comentário neste blog, na próxima semana vai sair um artigo de opinião sobre o tema no nosso suplemento Praça Verde do jornal local Praça Pública. Pelas provas que te apresento neste post, podemos perceber que grande parte da tua acusação é injusta. O assunto tem sido seguido dentro das nossas possibilidades, mas com muita atenção. Estes programas são o testemunho das nossas preocupações.
Relativamente ao problema quem tem sido alvo de atenção dos principais orgãos de comunicação do país, não tem haver necessariamente com matéria ambiental, pertence sobretudo ao domínio social. Dá para entender que é urgente retirar aquelas famílias de Esmoriz da situação precária que se encontram. Este problema não se remedia com "paliçadas" ou de "plantação vegetação adequada", resolve-se com realojamento. Sobre isso existe uma entrevista ao Presidente da Câmara Municipal de Ovar, dada ao jornal Público de sábado passado.
No que diz respeito ao problema em geral, resolve-se no âmbito do ministério do ambiente através dessa ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL, que pode passar pela construção de muralhas, por seguir exemplos como a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto ou dos passadiços do Furadouro [que segundo alguns especialistas não irá resolver o problema], ou deixar que a natureza siga o seu curso, deixando o mar entrar e realojar as populações [como alguns especialistas defendem], ou por um bocado de tudo.
Estamos cientes que este é um problema transversal à sociedade, ou seja o problema deve ser discutido a começar no governo, e passar pelo especialistas e pelas associações, e acabar no cidadão comum, porque o dito problema vai ser sentido por todos.
Do meu ponto de vista, o grande problema é que estes assuntos são levantados pelos orgãos de comunicação para gerar alarmismo só com intuíto de gerar vendas e audiências. Depois algumas forças políticas agregam-se aos estimulos mediáticos com fim de garantir e justicar a sua actividade, mas depois tudo cai no esquecimento tanto das forças mediáticas como das forças políticas e consequentemente na opinião pública. Que partido ou que comissões partidárias vão ser constituidas ou já existem para acompanhar o desenvolvimento da dita "ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL"? Quem vai acompanhar a execução dos 132 fogos para realojar a comunidade piscatória de Esmoriz prometidos pelo nosso Presidente da Câmara? Terá a comunidade piscatória capacidade de reivindicação para garantir que as promessas que lhes foram feitas serão cumpridas?
Carlos, basta estares presente para que percebas que estamos cientes e preocupados com esta questão. Embora a nossa opinião seja em grande parte fundamentada pelos “mass media” não andamos a reboque deles, e passamos a nossa preocupação no momento que achamos mais conveniente ou mais oportuno, ou mesmo quando nos derem oportunidade para o fazer.
Também não somos imunes à política, e temos a plena consciência que esta afecta-nos a todo o momento, e ainda bem porque é assim que funciona uma sociedade, contudo não andamos a reboque de interesses político-partidários.
Abraço, Carlos Ramos.
Prezo muito em saber que te encontras preocupado com este problema que implica uma parte da população vareira embora a médio prazo este problema poderá afectar grande parte do concelho de Ovar, pois sabemos que a nossa localidade encontra-se sobre pressão pelo Mar, Ria e Barrinha de Esmoriz.
Relativamente à primeira parte do teu post, devo referir que não é completamente injusto mas em grande parte é, e passo a explicar. Possivelmente, não tens acompanhado a nossa actividade na totalidade, caso contrário não terias a mesma opinião. Repara, temos dois exemplos claros, que expressam a nossa preocupação relativamente a este problema. Um refere-se ao programa Antena Verde que passou na nossa rádio local AVFM na semana compreendida entre 08 e 14 de Janeiro do ano corrente, intitulado de “ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL” o qual foi baseado em diversas fontes mas fundamentalmente num artigo do JN de Dezembro. Neste programa estabelecemos um paralelo entre o problema da Costa da Caparica e o nosso, repara: «[…] Assim, justifica-se transpor esta situação para a nossa zona costeira porque, por um lado ficou claro através da opinião de especialistas, que “num futuro próximo talvez se assista à retirada de populações do concelho de Ovar” destas zonas de contacto com o mar. Por outro lado, esta ideia é reforçada quando assistimos a permanentes avisos da natureza, que nos indicam que muitas condições do nosso concelho podem ser mudadas a curto-médio prazo. Por exemplo, repare na praia de Maceda, ou ainda no bairro piscatório de Esmoriz. São claros os avanços do mar, e esta situação também se verifica na zona balnear do Furadouro e sobretudo na zona costeira a sul do Furadouro.» […] Por outro lado, questionamos até que ponto a sociedade civil através de esforços de associações ou de esforços individuais poderá intervir em todo este processo, repara: « […] Relativamente a esta matéria, o que pretendem fazer os nossos governantes e dirigentes autárquicos?
Através dos jornais, sabemos que o plano de intervenção da orla costeira tutelado pelo Ministério do Ambiente, prevê para Ovar as seguintes acções:
- A reparação das defesas aderentes de Esmoriz e Cortegaça;
- A reparação dos esporões de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro;
- E A criação do plano de intervenção das frentes marítimas das praias de Esmoriz e Cortegaça.
Contudo deixo em abertos as seguintes questões:
- Mas se somos uma das zonas mais fustigadas no que diz respeito à erosão costeira, não se justificariam estudos de gestão e controlo do litoral vareiro?
- E a requalificação urbana? Será viável e importante?
- Mas o que são exactamente estas acções?
- Que consequências terão estas intervenções no quotidiano de quem reside em Ovar?
- Para quando estas discussões e consequentes decisões?
- Como habitante desta cidade, também pergunto, que papéis terão as associações locais e o cidadão comum, na discussão, na decisão e na própria concepção destas alterações?»
Outra rubrica referente a este assunto também passou na AVFM entre 2007-02-05 e 2007-02-11 com o título “O Mar Engole” também reflexo de um artigo do JN.
Como já te foi explicado por telefone e também por um comentário neste blog, na próxima semana vai sair um artigo de opinião sobre o tema no nosso suplemento Praça Verde do jornal local Praça Pública. Pelas provas que te apresento neste post, podemos perceber que grande parte da tua acusação é injusta. O assunto tem sido seguido dentro das nossas possibilidades, mas com muita atenção. Estes programas são o testemunho das nossas preocupações.
Relativamente ao problema quem tem sido alvo de atenção dos principais orgãos de comunicação do país, não tem haver necessariamente com matéria ambiental, pertence sobretudo ao domínio social. Dá para entender que é urgente retirar aquelas famílias de Esmoriz da situação precária que se encontram. Este problema não se remedia com "paliçadas" ou de "plantação vegetação adequada", resolve-se com realojamento. Sobre isso existe uma entrevista ao Presidente da Câmara Municipal de Ovar, dada ao jornal Público de sábado passado.
No que diz respeito ao problema em geral, resolve-se no âmbito do ministério do ambiente através dessa ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL, que pode passar pela construção de muralhas, por seguir exemplos como a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto ou dos passadiços do Furadouro [que segundo alguns especialistas não irá resolver o problema], ou deixar que a natureza siga o seu curso, deixando o mar entrar e realojar as populações [como alguns especialistas defendem], ou por um bocado de tudo.
Estamos cientes que este é um problema transversal à sociedade, ou seja o problema deve ser discutido a começar no governo, e passar pelo especialistas e pelas associações, e acabar no cidadão comum, porque o dito problema vai ser sentido por todos.
Do meu ponto de vista, o grande problema é que estes assuntos são levantados pelos orgãos de comunicação para gerar alarmismo só com intuíto de gerar vendas e audiências. Depois algumas forças políticas agregam-se aos estimulos mediáticos com fim de garantir e justicar a sua actividade, mas depois tudo cai no esquecimento tanto das forças mediáticas como das forças políticas e consequentemente na opinião pública. Que partido ou que comissões partidárias vão ser constituidas ou já existem para acompanhar o desenvolvimento da dita "ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL"? Quem vai acompanhar a execução dos 132 fogos para realojar a comunidade piscatória de Esmoriz prometidos pelo nosso Presidente da Câmara? Terá a comunidade piscatória capacidade de reivindicação para garantir que as promessas que lhes foram feitas serão cumpridas?
Carlos, basta estares presente para que percebas que estamos cientes e preocupados com esta questão. Embora a nossa opinião seja em grande parte fundamentada pelos “mass media” não andamos a reboque deles, e passamos a nossa preocupação no momento que achamos mais conveniente ou mais oportuno, ou mesmo quando nos derem oportunidade para o fazer.
Também não somos imunes à política, e temos a plena consciência que esta afecta-nos a todo o momento, e ainda bem porque é assim que funciona uma sociedade, contudo não andamos a reboque de interesses político-partidários.
Abraço, Carlos Ramos.
sábado, fevereiro 24, 2007
Avanço do mar nas praias de Esmoriz, Cortegaça, S. Pedro e Furadouro
Olá amigos/as!
não querendo de maneira alguma retirar relevância e visibilidade ao AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007, acho bastante grave o silêncio dos Amigos do Cáster face aos acontecimentos dos últimos dias.
No seguimento das formações, discussões, palestras e muitas outras actividades em que participei como sócio desta associação considero que este assunto merece a atenção, comentário e até uma tomada de posição dos seus membros face aos acontecimentos.
Aproveito a ocasião para manifestar a minha indignação pelas declarações do Sr. Ministro do Ambiente, notíciadas no Jornal Público onde refere que o Sr. Ministro considera como "reforço do cordão dunar com areia" que se resolve o problema do avanço de mar em detrimento de quaisquer outras medidas de preservação como sejam:
- a construção (atempada) de paliçadas (para reterem as areias)
- plantação de vegetação adequada (outras que não "chorões" que como devem saber se trata de uma praga que impede a fixação de outras espécies, estas sim capazes de fixar as areias)
É de extrema importância esclarecer o Sr. Ministro e o público em geral das diferenças entre uma DUNA, e as condições necessárias á sua formação, e um simples monte de areia empilhado por uma máquina escavadora.
É pena que países como a Dinamarca, Bélgica, Holanda e França sejam referidos como exemplos a seguir nas alturas que se necessita justificar decisões politicas e/ou económicas e que se esqueça o BOM trabalho que algumas instituições, associações e iniciativas individuais vão tentando fazer por cá, como são exemplo a Reserva Natural das Dunas de S.Jacinto (Instituto de Conservação da Natureza), ou até a mais recente intervenção com passadiços e paliçadas ao norte da praia do Furadouro.
Aguardo as vossas opiniões e comentários.
Obrigado!
Carlos Santos
não querendo de maneira alguma retirar relevância e visibilidade ao AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007, acho bastante grave o silêncio dos Amigos do Cáster face aos acontecimentos dos últimos dias.
No seguimento das formações, discussões, palestras e muitas outras actividades em que participei como sócio desta associação considero que este assunto merece a atenção, comentário e até uma tomada de posição dos seus membros face aos acontecimentos.
Aproveito a ocasião para manifestar a minha indignação pelas declarações do Sr. Ministro do Ambiente, notíciadas no Jornal Público onde refere que o Sr. Ministro considera como "reforço do cordão dunar com areia" que se resolve o problema do avanço de mar em detrimento de quaisquer outras medidas de preservação como sejam:
- a construção (atempada) de paliçadas (para reterem as areias)
- plantação de vegetação adequada (outras que não "chorões" que como devem saber se trata de uma praga que impede a fixação de outras espécies, estas sim capazes de fixar as areias)
É de extrema importância esclarecer o Sr. Ministro e o público em geral das diferenças entre uma DUNA, e as condições necessárias á sua formação, e um simples monte de areia empilhado por uma máquina escavadora.
É pena que países como a Dinamarca, Bélgica, Holanda e França sejam referidos como exemplos a seguir nas alturas que se necessita justificar decisões politicas e/ou económicas e que se esqueça o BOM trabalho que algumas instituições, associações e iniciativas individuais vão tentando fazer por cá, como são exemplo a Reserva Natural das Dunas de S.Jacinto (Instituto de Conservação da Natureza), ou até a mais recente intervenção com passadiços e paliçadas ao norte da praia do Furadouro.
Aguardo as vossas opiniões e comentários.
Obrigado!
Carlos Santos
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
08.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas
Prémios - IPF melhora a composição de prémios
Quem já teve a oportunidade de consultar a última versão do regulamento pode verificar que o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de fazer um Upgrade ao leque de prémios. Assim, o primeiro prémio além de contemplar uma expedição fotográfica a Marrocos oferecido pela fotoadrenalina, também contém um Curso de Fotografia Digital - IPF.
Conteudos deste Curso:
Objectivos:
Numa época em que a fotografia digital se torna proponderante no mercado amador e
caminha a passos largos para ocupar uma posição verdadeiramente alternativa no campo
profissional, é da maior importância poder tirar partido das novas técnologias,de todas as
potencialidades apresentadas pelas câmaras digitais e do facto de as fotografias serem
originadas em formatos fácil e imediatamente manipuláveis.
Este curso, com a duração de 42 horas de forte componente pràtica, permite aos
participantes iniciarem-se neste novo mundo de possibilidades técnicas e criativas, a partir
do seu equipamento e de fotografias por si realizadas.
Destinatários:
Os que pretendam tirar o melhor partido das suas câmaras digitais e aprender as técnicas
básicas de utilização das ferramentas de tratamento, organização e arquivo digital de
fotografias.
Estrutura:
Captação Digital
Conceitos básicos de fotografia digital
Os sensores de captação e os seus formatos
Balançeamento de brancos
Formatos de gravação
Optimização da captura digital
Tratamento Digital
Conceitos básicos para a digitalização de opacos e transparências
O Adobe Photoshop
Introdução ao photoshop
Correcção e controlo da imagem
Técnicas de retoque a cor e a preto e branco
O tratamento da cor no processo digital
Preparação de imagem para: web, gráfica e impressão digital
Quanto ao segundo prémio, além da expedição fotográfica aos Picos da Europa também oferecido pela fotoadrenalina o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de acrescentar um Workshop de Técnica Fotográfica.
Objectivos:
O Workshop de Técnica fotográfica destina-se a todos aqueles que desejam obter
melhor proveito das suas câmaras fotográficas e das fotografias que fazem, tanto a
nível técnico como estético.
Estrutura:
Abordam-se temas relacionados com o acto de fotografar:
Explicação das variáveis da câmara fotográfica e como se conjugam;
- características da luz e filmes e sua influência na imagem fotográfica;
- diferentes câmaras, diafragmas e obturadores;
Efeitos visuais e estécticos (prática de demonstração e esclarecimento de dúvidas);
A profundidade de campo e os factores que a condicionam;
Exercícios práticos.
Carga horária: 17 horas
Material necessário: Câmara fotográfica 35mm SLR
Contactos:
Telf:223 326 875
E-mail: ipf.porto@ipf.pt
INSTITUTO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA
Workshop de
Técnica fotográfica
Workshop de Técnica fotográfica
2007
Prémios - IPF melhora a composição de prémios
Quem já teve a oportunidade de consultar a última versão do regulamento pode verificar que o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de fazer um Upgrade ao leque de prémios. Assim, o primeiro prémio além de contemplar uma expedição fotográfica a Marrocos oferecido pela fotoadrenalina, também contém um Curso de Fotografia Digital - IPF.
Conteudos deste Curso:
Objectivos:
Numa época em que a fotografia digital se torna proponderante no mercado amador e
caminha a passos largos para ocupar uma posição verdadeiramente alternativa no campo
profissional, é da maior importância poder tirar partido das novas técnologias,de todas as
potencialidades apresentadas pelas câmaras digitais e do facto de as fotografias serem
originadas em formatos fácil e imediatamente manipuláveis.
Este curso, com a duração de 42 horas de forte componente pràtica, permite aos
participantes iniciarem-se neste novo mundo de possibilidades técnicas e criativas, a partir
do seu equipamento e de fotografias por si realizadas.
Destinatários:
Os que pretendam tirar o melhor partido das suas câmaras digitais e aprender as técnicas
básicas de utilização das ferramentas de tratamento, organização e arquivo digital de
fotografias.
Estrutura:
Captação Digital
Conceitos básicos de fotografia digital
Os sensores de captação e os seus formatos
Balançeamento de brancos
Formatos de gravação
Optimização da captura digital
Tratamento Digital
Conceitos básicos para a digitalização de opacos e transparências
O Adobe Photoshop
Introdução ao photoshop
Correcção e controlo da imagem
Técnicas de retoque a cor e a preto e branco
O tratamento da cor no processo digital
Preparação de imagem para: web, gráfica e impressão digital
Quanto ao segundo prémio, além da expedição fotográfica aos Picos da Europa também oferecido pela fotoadrenalina o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de acrescentar um Workshop de Técnica Fotográfica.
Objectivos:
O Workshop de Técnica fotográfica destina-se a todos aqueles que desejam obter
melhor proveito das suas câmaras fotográficas e das fotografias que fazem, tanto a
nível técnico como estético.
Estrutura:
Abordam-se temas relacionados com o acto de fotografar:
Explicação das variáveis da câmara fotográfica e como se conjugam;
- características da luz e filmes e sua influência na imagem fotográfica;
- diferentes câmaras, diafragmas e obturadores;
Efeitos visuais e estécticos (prática de demonstração e esclarecimento de dúvidas);
A profundidade de campo e os factores que a condicionam;
Exercícios práticos.
Carga horária: 17 horas
Material necessário: Câmara fotográfica 35mm SLR
Contactos:
Telf:
E-mail: ipf.porto@ipf.pt
INSTITUTO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA
Workshop de
Técnica fotográfica
Workshop de Técnica fotográfica
2007
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
07.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
06.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
05.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Parte do que a FOTOdigital escreveu sobre os Amigos do Cáster e a actividade Ambiente Imagens Dispersas 2007: «NATUREZA REVELA-SE EM OVAR - Os Amigos do Cáster lançam a edição do seu concurso de fotografia subordinado ao tema VISÕES CRIATIVAS DA NATUREZA. Exposições, palestras e convívio animam Ovar entre Abril e Maio. É o regresso de Ambiente Imagens Dispersas.» FOTOdigital Fevereiro 2007.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
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