LOBOS em Portugal
Os autores da publicação “LOBOS em Portugal” são Paulo Caetano, jornalista, Joaquim Pedro Ferreira, fotógrafo e biólogo, finalmente Jorge Mateus, ilustrador. Joaquim Pedro Ferreira e Paulo Caetano e vão-nos honrar com a sua presença na palestra do encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007.
Vão-nos contar como é o quotidiano desta espécie em Portugal, quem são os agentes que se relacionam com o lobo, e em que medida eles contribuem para desenvolvimento ou constrangimento da espécie em território nacional. Como é o dia-a-dia de uma investigação deste género, desde o planeamento à recolha de dados e imagens no campo, a concretização das respostas, as novas perguntas, e as perguntas que persistem: o fruto deste trabalho. Que papel tem a fotografia neste tipo de trabalho.
Esta palestra tem a pretensão de dar um pequeno contributo para a divulgação da causa do Paulo, do Joaquim Pedro e do Jorge: salvar o lobo da extinção em Portugal.
Sobre a obra:
"Escreve-se neste livro sobre o lobo em todas as suas perspectivas: arqueologia, história, etnografia, morfologia, biologia, comportamento e conservação. (...) É a bíblia do Lobo dizem alguns biólogos e arqueólogos" - Teresa Firmino, in Mil Folhas do Público. Ou ainda: "Imagine-se sentado diante do fogo comunal ou do lar a escutar uma história antiga. É disso que este livro trata. A escrita, escorreita e descodificadora das dissertações científicas, aproxima o lobo do comum mortal (...). Este livro pode ser uma pedra determinante numa nova relação com o lobo. Com os lobos" - José Antunes, in FOTOdigital.
Quem é Paulo Caetano?
Actualmente, a exercer funções de RESPONSÁVEL DE COMUNICAÇÃO NO GRUPO CUF.
Em 2001, foi admitido nos quadros da revista “FOCUS” como GRANDE REPÓRTER. Até à sua saída, em Novembro de 2005, desempenhou os cargos de EDITOR DE CIÊNCIA E DE SOCIEDADE e, ainda, de CHEFE DE REDACÇÃO.
De Setembro de 1997 a Abril de 1998 foi COORDENADOR DO PROGRAMA "FILHOS DA NAÇÃO", na SIC. Foi pioneiro no tratamento jornalístico de temas de Ambiente, tendo publicado reportagens na revista Expresso e na Pública, no DNA, na Sábado, no JÁ, na Vida Mundial, na Volta ao Mundo, Fórum Ambiente, Ozono e ainda nas espanholas Cambio 16 e Península.
O que disse Paulo Caetano ao ser interpelado pelos Amigos do Cáster? O que disse sobre os Amigos do Cáster?
Foi uma surpresa. Quando nos chegou o convite para falarmos do nosso livro mais recente - sobre os lobos em Portugal - e para expormos o trabalho fotográfico que nos ocupou durante os últimos anos, tivemos a preocupação de buscar informação sobre esta associação que nos era desconhecida. A surpresa foi total. E muito agradável. Na verdade, muitos amigos nossos - entre fotógrafos de natureza e jornalistas - conheciam bem o trabalho dos Amigos do Cáster. Já tinham participado nas suas iniciativas e testemunhado - na primeira pessoa - o empenho dos seus dirigentes, o profissionalismo colocado na organização dos eventos, a pertinência dos temas. E, tal importante quando tudo isso, testemunharam o entusiasmo de todos aqueles que regularmente assistem e participam nos colóquios, exposições, passeios ... O vosso exemplo de militância pela causa ambiental é fundamental e inspirador. Pois só com a actuação local se pode mudar a nível global. Continuem sempre combativos.
Quem é Joaquim Pedro?
Licenciado em biologia desde 1997 pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e em 2003 conclui o Mestrado em Gestão dos Recursos Biológicos pela Universidade Évora, e desde aí tenho trabalhado em diversos projectos na área da conservação de mamíferos carnívoros. Neste momento sou Bolseiro de Doutoramento centrado na problemática de conservação do gato-bravo europeu.
Dedico-me à fotografia de Natureza (amador) desde 1998, tendo publicado alguns trabalhos em revistas como a Fórum Ambiente, Cortiçol, Tribuna da Natureza, fiz uma exposição intitulada: “No silêncio da Noite” sobre o mundo dos morcegos integrada na semana europeia dos morcegos realizada em Montemor-o-Novo, fui editor fotográfico e um dos fotógrafos do Livro Roteiros das aves no Alentejo editado pelo Centro Estudos da Avifauna Ibérica.
Joaquim Pedro Ferreira vai expor algumas das fotografias que ilustraram o livro "LOBOS em Portugal" no Museu de Ovar.
Um pedaço bem suculento do encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007.
sexta-feira, março 16, 2007
16.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
15.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A HP - Hewlett Packard - PORTUGAL apoia pela primeira vez o encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007 e a Associação Amigos do Cáster através da ultima geração de impressoras. Trata-se da impressora DESIGNJET Z3100.
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14.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A Bosch Security Systems mantém o seu apoio a ao encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007 e a Associação Amigos do Cáster.
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13.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Trata-se da rádio regional AVFM. A marca:
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
12.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A O2 mantém o seu apoio a ao encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007 e a Associação Amigos do Cáster.
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sexta-feira, março 09, 2007
11.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O primeiro fotografo a comprometer-se com o encontro de fotografia "Ambiente Imagens Dispersas 2007" é João Cosme.
é fotógrafo de natureza e vida selvagem. As suas fotografias têm sido publicadas em diversas revistas nacionais e internacionais, como a National Geographic – magazine, Grande Reportagem, Focus, Factos, tribuna da Natureza, Ozono, Fotonatureza, Fotodigital, Super Foto prática, Naturaleza Salvage (Espanha), entre outras. As suas imagens também têm ilustrado livros, postais, cds, posters e alguns estudos científicos.
Em Fevereiro de 2003 é inaugurada a sua primeira grande exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, integrada na “Coimbra 2003” Capital Nacional da Cultura, intitulada “Os Bichos que andam por aí…”.
Em Novembro de 2003 é lançado o seu primeiro livro sobre o património natural da Serra do Caramulo, onde se destacam surpreendentes imagens. Em Fevereiro de 2004 é lançado o seu segundo livro, Litologias, onde se retrata aspectos geológicos de Portugal. Em Março de 2005, é lançado o seu terceiro livro sobre a região de Riba-Côa, onde retrata o mundo natural daquela região.
E Também é co-autor do guia Roteiro do vale do Côa. Em 2006 publica a sua pagina pessoal, www.joaocosme.net . Actualmente está a preparar um novo livro sobre rios.
é fotógrafo de natureza e vida selvagem. As suas fotografias têm sido publicadas em diversas revistas nacionais e internacionais, como a National Geographic – magazine, Grande Reportagem, Focus, Factos, tribuna da Natureza, Ozono, Fotonatureza, Fotodigital, Super Foto prática, Naturaleza Salvage (Espanha), entre outras. As suas imagens também têm ilustrado livros, postais, cds, posters e alguns estudos científicos.
Em Fevereiro de 2003 é inaugurada a sua primeira grande exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, integrada na “Coimbra 2003” Capital Nacional da Cultura, intitulada “Os Bichos que andam por aí…”.
Em Novembro de 2003 é lançado o seu primeiro livro sobre o património natural da Serra do Caramulo, onde se destacam surpreendentes imagens. Em Fevereiro de 2004 é lançado o seu segundo livro, Litologias, onde se retrata aspectos geológicos de Portugal. Em Março de 2005, é lançado o seu terceiro livro sobre a região de Riba-Côa, onde retrata o mundo natural daquela região.
E Também é co-autor do guia Roteiro do vale do Côa. Em 2006 publica a sua pagina pessoal, www.joaocosme.net . Actualmente está a preparar um novo livro sobre rios.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
10.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
O encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007 conquista mais 1 parceiro. Trata-se da rádio regional SFM. A marca:
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09.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Porque nunca é demais repetir: Exposições do encontro de fotografia AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007, serão 3, com 4 trabalhos profissionais distintos. As imagens dos melhores participantes do concurso de fotografia, serão patenteadas no mesmo espaço onde se exibiram os trabalhos de alguns dos fotógrafos mais prestigiados do país no domínio da fotografia de “natureza e vida selvagem” assim como no ambito do “fotojornalismo”. Essas fotografias também serão publicadas num portfólio no FOTOdigital de Maio de 2007. Os prémios [ver no regulamento] são fabulosos do ponto de vista do apaixonado pela fotografia: expedições fotográficas, e cursos de fotografia facultados pela foto adrenalina e pelo Instituto Português de Fotografia respectivamente. BOA SORTE! BOA SORTE! BOA SORTE
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segunda-feira, fevereiro 26, 2007
AVANÇO DO MAR NAS PRAIAS DE ESMORIZ, CORTEGAÇA, S. PEDRO E FURADOURA [2]
Olá Carlos,
Prezo muito em saber que te encontras preocupado com este problema que implica uma parte da população vareira embora a médio prazo este problema poderá afectar grande parte do concelho de Ovar, pois sabemos que a nossa localidade encontra-se sobre pressão pelo Mar, Ria e Barrinha de Esmoriz.
Relativamente à primeira parte do teu post, devo referir que não é completamente injusto mas em grande parte é, e passo a explicar. Possivelmente, não tens acompanhado a nossa actividade na totalidade, caso contrário não terias a mesma opinião. Repara, temos dois exemplos claros, que expressam a nossa preocupação relativamente a este problema. Um refere-se ao programa Antena Verde que passou na nossa rádio local AVFM na semana compreendida entre 08 e 14 de Janeiro do ano corrente, intitulado de “ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL” o qual foi baseado em diversas fontes mas fundamentalmente num artigo do JN de Dezembro. Neste programa estabelecemos um paralelo entre o problema da Costa da Caparica e o nosso, repara: «[…] Assim, justifica-se transpor esta situação para a nossa zona costeira porque, por um lado ficou claro através da opinião de especialistas, que “num futuro próximo talvez se assista à retirada de populações do concelho de Ovar” destas zonas de contacto com o mar. Por outro lado, esta ideia é reforçada quando assistimos a permanentes avisos da natureza, que nos indicam que muitas condições do nosso concelho podem ser mudadas a curto-médio prazo. Por exemplo, repare na praia de Maceda, ou ainda no bairro piscatório de Esmoriz. São claros os avanços do mar, e esta situação também se verifica na zona balnear do Furadouro e sobretudo na zona costeira a sul do Furadouro.» […] Por outro lado, questionamos até que ponto a sociedade civil através de esforços de associações ou de esforços individuais poderá intervir em todo este processo, repara: « […] Relativamente a esta matéria, o que pretendem fazer os nossos governantes e dirigentes autárquicos?
Através dos jornais, sabemos que o plano de intervenção da orla costeira tutelado pelo Ministério do Ambiente, prevê para Ovar as seguintes acções:
- A reparação das defesas aderentes de Esmoriz e Cortegaça;
- A reparação dos esporões de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro;
- E A criação do plano de intervenção das frentes marítimas das praias de Esmoriz e Cortegaça.
Contudo deixo em abertos as seguintes questões:
- Mas se somos uma das zonas mais fustigadas no que diz respeito à erosão costeira, não se justificariam estudos de gestão e controlo do litoral vareiro?
- E a requalificação urbana? Será viável e importante?
- Mas o que são exactamente estas acções?
- Que consequências terão estas intervenções no quotidiano de quem reside em Ovar?
- Para quando estas discussões e consequentes decisões?
- Como habitante desta cidade, também pergunto, que papéis terão as associações locais e o cidadão comum, na discussão, na decisão e na própria concepção destas alterações?»
Outra rubrica referente a este assunto também passou na AVFM entre 2007-02-05 e 2007-02-11 com o título “O Mar Engole” também reflexo de um artigo do JN.
Como já te foi explicado por telefone e também por um comentário neste blog, na próxima semana vai sair um artigo de opinião sobre o tema no nosso suplemento Praça Verde do jornal local Praça Pública. Pelas provas que te apresento neste post, podemos perceber que grande parte da tua acusação é injusta. O assunto tem sido seguido dentro das nossas possibilidades, mas com muita atenção. Estes programas são o testemunho das nossas preocupações.
Relativamente ao problema quem tem sido alvo de atenção dos principais orgãos de comunicação do país, não tem haver necessariamente com matéria ambiental, pertence sobretudo ao domínio social. Dá para entender que é urgente retirar aquelas famílias de Esmoriz da situação precária que se encontram. Este problema não se remedia com "paliçadas" ou de "plantação vegetação adequada", resolve-se com realojamento. Sobre isso existe uma entrevista ao Presidente da Câmara Municipal de Ovar, dada ao jornal Público de sábado passado.
No que diz respeito ao problema em geral, resolve-se no âmbito do ministério do ambiente através dessa ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL, que pode passar pela construção de muralhas, por seguir exemplos como a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto ou dos passadiços do Furadouro [que segundo alguns especialistas não irá resolver o problema], ou deixar que a natureza siga o seu curso, deixando o mar entrar e realojar as populações [como alguns especialistas defendem], ou por um bocado de tudo.
Estamos cientes que este é um problema transversal à sociedade, ou seja o problema deve ser discutido a começar no governo, e passar pelo especialistas e pelas associações, e acabar no cidadão comum, porque o dito problema vai ser sentido por todos.
Do meu ponto de vista, o grande problema é que estes assuntos são levantados pelos orgãos de comunicação para gerar alarmismo só com intuíto de gerar vendas e audiências. Depois algumas forças políticas agregam-se aos estimulos mediáticos com fim de garantir e justicar a sua actividade, mas depois tudo cai no esquecimento tanto das forças mediáticas como das forças políticas e consequentemente na opinião pública. Que partido ou que comissões partidárias vão ser constituidas ou já existem para acompanhar o desenvolvimento da dita "ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL"? Quem vai acompanhar a execução dos 132 fogos para realojar a comunidade piscatória de Esmoriz prometidos pelo nosso Presidente da Câmara? Terá a comunidade piscatória capacidade de reivindicação para garantir que as promessas que lhes foram feitas serão cumpridas?
Carlos, basta estares presente para que percebas que estamos cientes e preocupados com esta questão. Embora a nossa opinião seja em grande parte fundamentada pelos “mass media” não andamos a reboque deles, e passamos a nossa preocupação no momento que achamos mais conveniente ou mais oportuno, ou mesmo quando nos derem oportunidade para o fazer.
Também não somos imunes à política, e temos a plena consciência que esta afecta-nos a todo o momento, e ainda bem porque é assim que funciona uma sociedade, contudo não andamos a reboque de interesses político-partidários.
Abraço, Carlos Ramos.
Prezo muito em saber que te encontras preocupado com este problema que implica uma parte da população vareira embora a médio prazo este problema poderá afectar grande parte do concelho de Ovar, pois sabemos que a nossa localidade encontra-se sobre pressão pelo Mar, Ria e Barrinha de Esmoriz.
Relativamente à primeira parte do teu post, devo referir que não é completamente injusto mas em grande parte é, e passo a explicar. Possivelmente, não tens acompanhado a nossa actividade na totalidade, caso contrário não terias a mesma opinião. Repara, temos dois exemplos claros, que expressam a nossa preocupação relativamente a este problema. Um refere-se ao programa Antena Verde que passou na nossa rádio local AVFM na semana compreendida entre 08 e 14 de Janeiro do ano corrente, intitulado de “ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL” o qual foi baseado em diversas fontes mas fundamentalmente num artigo do JN de Dezembro. Neste programa estabelecemos um paralelo entre o problema da Costa da Caparica e o nosso, repara: «[…] Assim, justifica-se transpor esta situação para a nossa zona costeira porque, por um lado ficou claro através da opinião de especialistas, que “num futuro próximo talvez se assista à retirada de populações do concelho de Ovar” destas zonas de contacto com o mar. Por outro lado, esta ideia é reforçada quando assistimos a permanentes avisos da natureza, que nos indicam que muitas condições do nosso concelho podem ser mudadas a curto-médio prazo. Por exemplo, repare na praia de Maceda, ou ainda no bairro piscatório de Esmoriz. São claros os avanços do mar, e esta situação também se verifica na zona balnear do Furadouro e sobretudo na zona costeira a sul do Furadouro.» […] Por outro lado, questionamos até que ponto a sociedade civil através de esforços de associações ou de esforços individuais poderá intervir em todo este processo, repara: « […] Relativamente a esta matéria, o que pretendem fazer os nossos governantes e dirigentes autárquicos?
Através dos jornais, sabemos que o plano de intervenção da orla costeira tutelado pelo Ministério do Ambiente, prevê para Ovar as seguintes acções:
- A reparação das defesas aderentes de Esmoriz e Cortegaça;
- A reparação dos esporões de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro;
- E A criação do plano de intervenção das frentes marítimas das praias de Esmoriz e Cortegaça.
Contudo deixo em abertos as seguintes questões:
- Mas se somos uma das zonas mais fustigadas no que diz respeito à erosão costeira, não se justificariam estudos de gestão e controlo do litoral vareiro?
- E a requalificação urbana? Será viável e importante?
- Mas o que são exactamente estas acções?
- Que consequências terão estas intervenções no quotidiano de quem reside em Ovar?
- Para quando estas discussões e consequentes decisões?
- Como habitante desta cidade, também pergunto, que papéis terão as associações locais e o cidadão comum, na discussão, na decisão e na própria concepção destas alterações?»
Outra rubrica referente a este assunto também passou na AVFM entre 2007-02-05 e 2007-02-11 com o título “O Mar Engole” também reflexo de um artigo do JN.
Como já te foi explicado por telefone e também por um comentário neste blog, na próxima semana vai sair um artigo de opinião sobre o tema no nosso suplemento Praça Verde do jornal local Praça Pública. Pelas provas que te apresento neste post, podemos perceber que grande parte da tua acusação é injusta. O assunto tem sido seguido dentro das nossas possibilidades, mas com muita atenção. Estes programas são o testemunho das nossas preocupações.
Relativamente ao problema quem tem sido alvo de atenção dos principais orgãos de comunicação do país, não tem haver necessariamente com matéria ambiental, pertence sobretudo ao domínio social. Dá para entender que é urgente retirar aquelas famílias de Esmoriz da situação precária que se encontram. Este problema não se remedia com "paliçadas" ou de "plantação vegetação adequada", resolve-se com realojamento. Sobre isso existe uma entrevista ao Presidente da Câmara Municipal de Ovar, dada ao jornal Público de sábado passado.
No que diz respeito ao problema em geral, resolve-se no âmbito do ministério do ambiente através dessa ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL, que pode passar pela construção de muralhas, por seguir exemplos como a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto ou dos passadiços do Furadouro [que segundo alguns especialistas não irá resolver o problema], ou deixar que a natureza siga o seu curso, deixando o mar entrar e realojar as populações [como alguns especialistas defendem], ou por um bocado de tudo.
Estamos cientes que este é um problema transversal à sociedade, ou seja o problema deve ser discutido a começar no governo, e passar pelo especialistas e pelas associações, e acabar no cidadão comum, porque o dito problema vai ser sentido por todos.
Do meu ponto de vista, o grande problema é que estes assuntos são levantados pelos orgãos de comunicação para gerar alarmismo só com intuíto de gerar vendas e audiências. Depois algumas forças políticas agregam-se aos estimulos mediáticos com fim de garantir e justicar a sua actividade, mas depois tudo cai no esquecimento tanto das forças mediáticas como das forças políticas e consequentemente na opinião pública. Que partido ou que comissões partidárias vão ser constituidas ou já existem para acompanhar o desenvolvimento da dita "ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O LITORAL"? Quem vai acompanhar a execução dos 132 fogos para realojar a comunidade piscatória de Esmoriz prometidos pelo nosso Presidente da Câmara? Terá a comunidade piscatória capacidade de reivindicação para garantir que as promessas que lhes foram feitas serão cumpridas?
Carlos, basta estares presente para que percebas que estamos cientes e preocupados com esta questão. Embora a nossa opinião seja em grande parte fundamentada pelos “mass media” não andamos a reboque deles, e passamos a nossa preocupação no momento que achamos mais conveniente ou mais oportuno, ou mesmo quando nos derem oportunidade para o fazer.
Também não somos imunes à política, e temos a plena consciência que esta afecta-nos a todo o momento, e ainda bem porque é assim que funciona uma sociedade, contudo não andamos a reboque de interesses político-partidários.
Abraço, Carlos Ramos.
sábado, fevereiro 24, 2007
Avanço do mar nas praias de Esmoriz, Cortegaça, S. Pedro e Furadouro
Olá amigos/as!
não querendo de maneira alguma retirar relevância e visibilidade ao AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007, acho bastante grave o silêncio dos Amigos do Cáster face aos acontecimentos dos últimos dias.
No seguimento das formações, discussões, palestras e muitas outras actividades em que participei como sócio desta associação considero que este assunto merece a atenção, comentário e até uma tomada de posição dos seus membros face aos acontecimentos.
Aproveito a ocasião para manifestar a minha indignação pelas declarações do Sr. Ministro do Ambiente, notíciadas no Jornal Público onde refere que o Sr. Ministro considera como "reforço do cordão dunar com areia" que se resolve o problema do avanço de mar em detrimento de quaisquer outras medidas de preservação como sejam:
- a construção (atempada) de paliçadas (para reterem as areias)
- plantação de vegetação adequada (outras que não "chorões" que como devem saber se trata de uma praga que impede a fixação de outras espécies, estas sim capazes de fixar as areias)
É de extrema importância esclarecer o Sr. Ministro e o público em geral das diferenças entre uma DUNA, e as condições necessárias á sua formação, e um simples monte de areia empilhado por uma máquina escavadora.
É pena que países como a Dinamarca, Bélgica, Holanda e França sejam referidos como exemplos a seguir nas alturas que se necessita justificar decisões politicas e/ou económicas e que se esqueça o BOM trabalho que algumas instituições, associações e iniciativas individuais vão tentando fazer por cá, como são exemplo a Reserva Natural das Dunas de S.Jacinto (Instituto de Conservação da Natureza), ou até a mais recente intervenção com passadiços e paliçadas ao norte da praia do Furadouro.
Aguardo as vossas opiniões e comentários.
Obrigado!
Carlos Santos
não querendo de maneira alguma retirar relevância e visibilidade ao AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS 2007, acho bastante grave o silêncio dos Amigos do Cáster face aos acontecimentos dos últimos dias.
No seguimento das formações, discussões, palestras e muitas outras actividades em que participei como sócio desta associação considero que este assunto merece a atenção, comentário e até uma tomada de posição dos seus membros face aos acontecimentos.
Aproveito a ocasião para manifestar a minha indignação pelas declarações do Sr. Ministro do Ambiente, notíciadas no Jornal Público onde refere que o Sr. Ministro considera como "reforço do cordão dunar com areia" que se resolve o problema do avanço de mar em detrimento de quaisquer outras medidas de preservação como sejam:
- a construção (atempada) de paliçadas (para reterem as areias)
- plantação de vegetação adequada (outras que não "chorões" que como devem saber se trata de uma praga que impede a fixação de outras espécies, estas sim capazes de fixar as areias)
É de extrema importância esclarecer o Sr. Ministro e o público em geral das diferenças entre uma DUNA, e as condições necessárias á sua formação, e um simples monte de areia empilhado por uma máquina escavadora.
É pena que países como a Dinamarca, Bélgica, Holanda e França sejam referidos como exemplos a seguir nas alturas que se necessita justificar decisões politicas e/ou económicas e que se esqueça o BOM trabalho que algumas instituições, associações e iniciativas individuais vão tentando fazer por cá, como são exemplo a Reserva Natural das Dunas de S.Jacinto (Instituto de Conservação da Natureza), ou até a mais recente intervenção com passadiços e paliçadas ao norte da praia do Furadouro.
Aguardo as vossas opiniões e comentários.
Obrigado!
Carlos Santos
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
08.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
II Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas
Prémios - IPF melhora a composição de prémios
Quem já teve a oportunidade de consultar a última versão do regulamento pode verificar que o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de fazer um Upgrade ao leque de prémios. Assim, o primeiro prémio além de contemplar uma expedição fotográfica a Marrocos oferecido pela fotoadrenalina, também contém um Curso de Fotografia Digital - IPF.
Conteudos deste Curso:
Objectivos:
Numa época em que a fotografia digital se torna proponderante no mercado amador e
caminha a passos largos para ocupar uma posição verdadeiramente alternativa no campo
profissional, é da maior importância poder tirar partido das novas técnologias,de todas as
potencialidades apresentadas pelas câmaras digitais e do facto de as fotografias serem
originadas em formatos fácil e imediatamente manipuláveis.
Este curso, com a duração de 42 horas de forte componente pràtica, permite aos
participantes iniciarem-se neste novo mundo de possibilidades técnicas e criativas, a partir
do seu equipamento e de fotografias por si realizadas.
Destinatários:
Os que pretendam tirar o melhor partido das suas câmaras digitais e aprender as técnicas
básicas de utilização das ferramentas de tratamento, organização e arquivo digital de
fotografias.
Estrutura:
Captação Digital
Conceitos básicos de fotografia digital
Os sensores de captação e os seus formatos
Balançeamento de brancos
Formatos de gravação
Optimização da captura digital
Tratamento Digital
Conceitos básicos para a digitalização de opacos e transparências
O Adobe Photoshop
Introdução ao photoshop
Correcção e controlo da imagem
Técnicas de retoque a cor e a preto e branco
O tratamento da cor no processo digital
Preparação de imagem para: web, gráfica e impressão digital
Quanto ao segundo prémio, além da expedição fotográfica aos Picos da Europa também oferecido pela fotoadrenalina o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de acrescentar um Workshop de Técnica Fotográfica.
Objectivos:
O Workshop de Técnica fotográfica destina-se a todos aqueles que desejam obter
melhor proveito das suas câmaras fotográficas e das fotografias que fazem, tanto a
nível técnico como estético.
Estrutura:
Abordam-se temas relacionados com o acto de fotografar:
Explicação das variáveis da câmara fotográfica e como se conjugam;
- características da luz e filmes e sua influência na imagem fotográfica;
- diferentes câmaras, diafragmas e obturadores;
Efeitos visuais e estécticos (prática de demonstração e esclarecimento de dúvidas);
A profundidade de campo e os factores que a condicionam;
Exercícios práticos.
Carga horária: 17 horas
Material necessário: Câmara fotográfica 35mm SLR
Contactos:
Telf:223 326 875
E-mail: ipf.porto@ipf.pt
INSTITUTO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA
Workshop de
Técnica fotográfica
Workshop de Técnica fotográfica
2007
Prémios - IPF melhora a composição de prémios
Quem já teve a oportunidade de consultar a última versão do regulamento pode verificar que o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de fazer um Upgrade ao leque de prémios. Assim, o primeiro prémio além de contemplar uma expedição fotográfica a Marrocos oferecido pela fotoadrenalina, também contém um Curso de Fotografia Digital - IPF.
Conteudos deste Curso:
Objectivos:
Numa época em que a fotografia digital se torna proponderante no mercado amador e
caminha a passos largos para ocupar uma posição verdadeiramente alternativa no campo
profissional, é da maior importância poder tirar partido das novas técnologias,de todas as
potencialidades apresentadas pelas câmaras digitais e do facto de as fotografias serem
originadas em formatos fácil e imediatamente manipuláveis.
Este curso, com a duração de 42 horas de forte componente pràtica, permite aos
participantes iniciarem-se neste novo mundo de possibilidades técnicas e criativas, a partir
do seu equipamento e de fotografias por si realizadas.
Destinatários:
Os que pretendam tirar o melhor partido das suas câmaras digitais e aprender as técnicas
básicas de utilização das ferramentas de tratamento, organização e arquivo digital de
fotografias.
Estrutura:
Captação Digital
Conceitos básicos de fotografia digital
Os sensores de captação e os seus formatos
Balançeamento de brancos
Formatos de gravação
Optimização da captura digital
Tratamento Digital
Conceitos básicos para a digitalização de opacos e transparências
O Adobe Photoshop
Introdução ao photoshop
Correcção e controlo da imagem
Técnicas de retoque a cor e a preto e branco
O tratamento da cor no processo digital
Preparação de imagem para: web, gráfica e impressão digital
Quanto ao segundo prémio, além da expedição fotográfica aos Picos da Europa também oferecido pela fotoadrenalina o Instituto Português de Fotografia teve a gentileza de acrescentar um Workshop de Técnica Fotográfica.
Objectivos:
O Workshop de Técnica fotográfica destina-se a todos aqueles que desejam obter
melhor proveito das suas câmaras fotográficas e das fotografias que fazem, tanto a
nível técnico como estético.
Estrutura:
Abordam-se temas relacionados com o acto de fotografar:
Explicação das variáveis da câmara fotográfica e como se conjugam;
- características da luz e filmes e sua influência na imagem fotográfica;
- diferentes câmaras, diafragmas e obturadores;
Efeitos visuais e estécticos (prática de demonstração e esclarecimento de dúvidas);
A profundidade de campo e os factores que a condicionam;
Exercícios práticos.
Carga horária: 17 horas
Material necessário: Câmara fotográfica 35mm SLR
Contactos:
Telf:
E-mail: ipf.porto@ipf.pt
INSTITUTO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA
Workshop de
Técnica fotográfica
Workshop de Técnica fotográfica
2007
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
07.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
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06.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
05.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Parte do que a FOTOdigital escreveu sobre os Amigos do Cáster e a actividade Ambiente Imagens Dispersas 2007: «NATUREZA REVELA-SE EM OVAR - Os Amigos do Cáster lançam a edição do seu concurso de fotografia subordinado ao tema VISÕES CRIATIVAS DA NATUREZA. Exposições, palestras e convívio animam Ovar entre Abril e Maio. É o regresso de Ambiente Imagens Dispersas.» FOTOdigital Fevereiro 2007.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
04.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
As fotografias seleccionadas pelo juri para serem patenteadas nas exposições Ambiente Imagens Dispersas serão inseridas num portfólio a publicar na revista FOTOdigital da edição de Maio de 2007.
A lembrar que estas imagens serão expostos conjuntamente com os trabalhos dos fotógrafos profissionais. BOA SORTE!
Este será o acto que encerra o acompanhamento que esta revista efectuará à actividade AMBID2007 ao longo de Fevereiro + Março + Abril.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
domingo, fevereiro 04, 2007
03.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A Foto Adrenalina vai proporcionar aos concorrentes do concurso de fotografia os prémios seguintes:
1º Classificado - Uma Foto Expedição a Marrocos;
2º Classificado - Uma Foto Expedição aos Picos da Europa (Astúrias - Espanha);
3º Classificado - Um FotoGame para 2 pessoas.
Também estarão notícias nossas aqui.
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02.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
A Profilaser estabelece pela segunda vez uma relação de confiança com os Amigos do Cáster, neste caso, com a actividade Ambiente Imagens Dispersas.
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quarta-feira, janeiro 31, 2007
01.AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS.2007
Este post é o primeiro acto de difusão do encontro de fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2007.
Mais uma vez a Associação Juvenil Amigos do Cáster vai realizar o evento que aspira ser um conjunto de iniciativas no sentido de enaltecer a fotografia como expressão artística e simultaneamente tocar de forma subliminar nas consciências, no sentido de as despertar para o esplendor da natureza assim como para alguns problemas que a assolam.
Terá uma estrutura muito semelhante à das edições anteriores, com concurso de fotografia onde o céu será o limite, a palestra de abertura do encontro de fotografia, três exposições de fotografia, e finalmente o workshop de fotografia.
Mais uma vez a Associação Juvenil Amigos do Cáster vai realizar o evento que aspira ser um conjunto de iniciativas no sentido de enaltecer a fotografia como expressão artística e simultaneamente tocar de forma subliminar nas consciências, no sentido de as despertar para o esplendor da natureza assim como para alguns problemas que a assolam.
Terá uma estrutura muito semelhante à das edições anteriores, com concurso de fotografia onde o céu será o limite, a palestra de abertura do encontro de fotografia, três exposições de fotografia, e finalmente o workshop de fotografia.
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Ambiente Imagens Dispersas 2007
REGULAMENTO DO II CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMBIENTE IMAGENS DISPERSAS
VISÕES CRIATIVAS DA NATUREZA
Até 23 de Março de 2007
Até 23 de Março de 2007
Entidade Promotora:
§ Associação Juvenil Amigos do Cáster.
Enquadramento:
§ A Associação Amigos do Cáster dando continuidade ao estímulo, ao gosto pela descoberta e ao respeito pela conservação do meio ambiente, organizou este concurso de fotografia enquadrado na sua actividade Ambiente e Imagens Dispersas. Este evento caracteriza-se pela exposição de trabalhos de quatro fotógrafos conceituados com a temática “Natureza – Paisagem, Fauna e Flora e Catástrofes Ecológicas”, e a exposição dos melhores classificados no presente concurso.
Tema:
§ O tema da edição deste ano é:
VISÕES CRIATIVAS DA NATUREZA
Contacto/Informações adicionais:
§ amigos.do.caster@portugalmail.pt
§ Duarte Regalado 967 336 690
§ Hélder Almeida 965 614 805
§ www.amigosdocaster.blogspot.com
Destinatários:
§ A todos os interessados excepto membros da organização do evento.
Calendário:
§ Os trabalhos deverão ser entregues à organização do evento de forma presencial ou por carta até à data limite de 23 de Março de 2007 (data de carimbo dos CTT) para a seguinte morada:
§
Associação Amigos do Cáster
APARTADO 239
3884-909 Ovar
§ A divulgação dos resultados e entrega de prémios será efectuada no final da palestra que marca a inauguração da exposição Ambiente e Imagens Dispersas no dia 13 de Abril de 2007 na Biblioteca Municipal de Ovar pelas 21h30;
§ Os resultados poderão ser consultados na Internet: http://amigosdocaster.blogspot.com/ e no suplemento de Abril do Praça Verde no Praça Pública.
Material para Concurso
§ Os trabalhos a concurso devem ser constituídos por um número máximo de 5 fotografias por concorrente, em suporte papel mate sem margem, formato 20 X 30, a cores ou preto e branco;
§ É obrigatório a entrega de provas, das mesmas fotografias, em formato 10 X 15;
§ As fotografias não poderão conter assinatura ou qualquer outra marca visível que possa identificar o participante;
§ No verso das fotografias 10 X 15 deverá ser indicado o título de cada uma, a indicação da sua orientação (escrevendo topo na margem superior) e o nome do autor (as fotografias em formato 20 X 30 não devem ter nada inscrito no seu verso);
§ As fotografias devem ser acompanhadas pelos dados pessoais do participante, através do envio da ficha de inscrição, devidamente preenchida. O não envio destes dados compromete a participação no concurso;
§ Todos os participantes neste concurso assumem, desde já, que o trabalho apresentado é da sua autoria e que o mesmo não constitui plágio;
§ Os trabalhos podem ser realizados em qualquer suporte (diapositivo, negativo a cores, negativo P&B ou digital);
§ Só é permitida manipulação digital, das fotografias a concurso, que reproduza os procedimentos típicos da câmara-escura, como sejam os ajustes de enquadramentos, cor, luminosidade e contraste;
§ Os suportes originais dos trabalhos devem estar disponíveis caso sejam exigidos pelo júri ou pela organização.
Júri:
§ O Júri é composto por 4 elementos. Um fotógrafo profissional na área da fotografia natural, um fotojornalista, ainda a confirmar um representante da Câmara Municipal de Ovar e um elemento da “Associação Amigos do Cáster”.
§ O júri é responsável pela atribuição dos prémios e pela selecção de imagens a expor no evento Ambiente e Imagens Dispersas;
§ O Júri reserva-se ao direito de não atribuir qualquer uma das classificações prevista no regulamento, caso considere que as fotografias enviadas a concurso não reúnam as características de avaliação e classificação dos trabalhos definidas por este órgão;
§ As decisões dos júris são soberanas e solidárias, não sendo admitido recurso.
Prémios:
§ Serão atribuídos os prémios seguintes:
o 1.º Classificado: 1 Expedição fotográfica do Fotoadrenalina Marrocos + 1 Curso de Fotografia Digital ministrado pelo IPF (Instituto Português de Fotografia);
o 2.º Classificado: 1 Expedição fotográfica do Fotoadrenalina Picos da Europa + 1 Workshop de Técnica Fotográfica misnistrado pelo IPF (Instituto Português de Fotografia);
o 3.º Classificado: 1 FOTOGAME Fotoadrenalina (participão gratuita num jogo fotográfico entre equipas para 2 pessoas).
o As fotografias do concurso, patenteadas nas salas do evento Ambiente Imagens Dispersas, integrarão o portfólio publicado na revista FOTOdigital referente a Maio de 2007.
§ Os critérios de avaliação são: pertinência face ao tema, técnica, composição, originalidade e criatividade;
§ Se assim o entender o júri poderá atribuir classificações de Menção Honrosa;
§ Todos os premiados serão notificados via E-mail ou SMS.
Período de exposição:
§ Exposição na freguesia de Ovar: - 13 de Abril a 12 de Maio de 2007;
§ Exposição itinerante pelas seguintes localidades de Ovar: Furadouro, Válega, São Vicente de Pereira, Maceda, Arada e Esmoriz: - A designar entre o evento de 2007 e o de 2008.
Devolução dos trabalhos:
§ Todos os trabalhos poderão ser reclamados, pelo autor, no decorrer do primeiro mês após a inauguração do evento do ano de 2008. Terminado este período todo o espólio reverterá a favor do património da “Associação Amigos do Cáster”. Se o concorrente desejar que a devolução seja por carta deverá juntar à ficha de inscrição um envelope endereçado e com selo.
Observações:
§ Todos concorrentes cedem o direito de uso das fotografias apresentadas à “Associação Amigos do Cáster” para efeitos do concurso e acções de divulgação do evento em todos os meios de comunicação, permitindo a sua publicação e uso em todo o tipo de publicidade (site, catálogo, exposições, promoção do concurso, etc), não sendo a entidade promotora da iniciativa obrigada a pagar qualquer remuneração ao seu autor. A associação Amigos do Cáster” compromete-se a mencionar sempre o nome do autor da fotografia".
§ Cada autor será responsável pelos trabalhos apresentados. A “Associação Amigos do Cáster” alheia-se de qualquer responsabilidade associada aos direitos de uso de imagens de pessoas, de propriedades imobiliárias, objectos, animais, produtos de qualquer marca ou modelo, de natureza comercial ou não, bem como qualquer outro material, de qualquer natureza, quando captados e utilizados nas fotografias apresentadas pelos participantes do Concurso, assim como qualquer dano resultante da sua exposição pública;
§ A “Associação Amigos do Cáster” não assume qualquer responsabilidade pelos trabalhos que não estejam em perfeitas condições ou que se venham a extraviar, por razões alheias à associação;
§ A Associação Amigos do Cáster reserva-se ao direito de não admitir a concurso os trabalhos que não cumpram as condições descritas neste regulamento.
§ Os casos omissos serão resolvidos pela organização.
!!!Já se encontra disponível a ficha de inscrição!!!
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domingo, janeiro 28, 2007
ECOPASSEIO - 04 Fevereiro 2007 (Domingo)
"Um olhar sobre o mundo rural" – Vouzela
Novo ano vida nova, este é o lema de muitos de nós na passagem do ano, altura em que dizemos este ano é que vai ser, e depois por um motivo ou por outro deixamos as coisas ficar na mesma.
Se o seu projecto para o novo ano passa por um pouco mais de aventura, desporto e contacto com a natureza, aceite o convite dos Amigos do Cáster convidam-no para o primeiro eco-passeio do ano, que o levará a Vouzela e a serra do Caramulo, para usufruir dos prazeres proporcionados pelo pedestrianismo.
"Um olhar sobre o mundo rural" é um título sugestivo que promete a descoberta de uma natureza quase intacta explorada apenas pela passagem do tempo, pelas suas gentes e seus costumes.
Para os mais gulosos existe ainda a possibilidade de provar a célebre pastelaria de Vouzela da qual são exemplo os pastéis de Vouzela.
· Data: 04 Fevereiro 2007 (Domingo)
· Grau de dificuldade: Médio
· Local de encontro: Biblioteca Ovar
· Horário de encontro: 9h00
· Horário previsto de chegada: 18h00
· Taxa de inscrição:
Sócios – 9,00 Euros
Não sócios – 11,00 Euros
Inclui: Transporte e Seguro
Inscrições através do contacto:
E-mail: jmlralmeida@gmail.com
Telemóvel: 964738413 (Jorge Almeida)
Data limite de inscrições: 02 de Fevereiro.
Nota: Os participantes deverão transportar alimentos e água para a actividade, bem como utilizar calçado e vestuário adequado.
Novo ano vida nova, este é o lema de muitos de nós na passagem do ano, altura em que dizemos este ano é que vai ser, e depois por um motivo ou por outro deixamos as coisas ficar na mesma.
Se o seu projecto para o novo ano passa por um pouco mais de aventura, desporto e contacto com a natureza, aceite o convite dos Amigos do Cáster convidam-no para o primeiro eco-passeio do ano, que o levará a Vouzela e a serra do Caramulo, para usufruir dos prazeres proporcionados pelo pedestrianismo.
"Um olhar sobre o mundo rural" é um título sugestivo que promete a descoberta de uma natureza quase intacta explorada apenas pela passagem do tempo, pelas suas gentes e seus costumes.
Para os mais gulosos existe ainda a possibilidade de provar a célebre pastelaria de Vouzela da qual são exemplo os pastéis de Vouzela.
· Data: 04 Fevereiro 2007 (Domingo)
· Grau de dificuldade: Médio
· Local de encontro: Biblioteca Ovar
· Horário de encontro: 9h00
· Horário previsto de chegada: 18h00
· Taxa de inscrição:
Sócios – 9,00 Euros
Não sócios – 11,00 Euros
Inclui: Transporte e Seguro
Inscrições através do contacto:
E-mail: jmlralmeida@gmail.com
Telemóvel: 964738413 (Jorge Almeida)
Data limite de inscrições: 02 de Fevereiro.
Nota: Os participantes deverão transportar alimentos e água para a actividade, bem como utilizar calçado e vestuário adequado.
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